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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Papar fora: My Veggie Home (Bangkok)

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Ali mesmo no meio da cidade de Bangkok, e de forma completamente inesperada... a Meia-Leca Veggie encontrou a sua Veggie Home!!! E fui tãooooo feliz lá! :D

Não costumo repetir restaurantes quando estou de férias, afinal estou ali é para desbravar terreno desconhecido, maaaaas... a este não resisti e no ultimo dia em Bangkok, na derradeira despedida da Tailândia, foi para lá que voltei, e que voltaria vezes sem conta assim fosse uma bequinha mais perto!

É 100% vegan e basicamente é isto...


Do que me lembro a primeira imagem eram rolinhos de "bacon" recheados com cogumelos, a segunda espetadas de "galinha" frita, terceira "pato" com molho teriyaki e a ultima era uma misturada asian style que não me lembro o nome. Tudo óptimo! Especial destaque para o "pato", que sempre foi um favorito meu quando era carnista e que me soube pela vida esta imitação!

Restaurante brutal a que eu levaria qualquer carnista sem medos! Fica o aviso que os pratos que imitam "carne" imitam mesmo, o "pato" por exemplo até parecia que se sentia a pele estaladiça! E o "bacon"... mesmo bacon. Por isso a quem fizer confusão a textura/sabor da carne... fujam desse tipo de pratos neste restaurante, porque as imitações são TOP (demais!).

Alias se não me engano no menu deles diz mesmo: Vegan restaurant for meat lovers! (restaurante vegan para quem adora carne)

Para quem a parecença com carne não incomodar... preparem-se porque este será provavelmente o melhor, ou pelo menos um dos melhores restaurantes vegan que vocês irão na vida! Só de me lembrar já estou a salivar!!! 

Boas veganices!

(e se estiverem por Bangkok não percam a oportunidade de visitar este restaurante! mesmooooo!)
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terça-feira, 21 de março de 2017

Um dia na tribo - Norte da Tailândia Parte 4

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Ao final do dia chegámos à aldeia onde iríamos pernoitar e fomos muito bem recebidos por todos! E surpresa, até havia uma casa de banho, partilhada por toda a aldeia, que podíamos usar, obaaaaa! Era de buraco… mas ainda assim… obaaa!

Disseram-nos com que família íamos ficar e fomos lá deixar as nossas malas e mudar de roupa para algo mais quente e confortável para passar a noite. A casa, tal como a maioria que vimos, era construída sobre estacas e tinha apenas 1 divisão, nessa divisão existia uma fogueira e toda a família lá dormia junta no chão, com apenas uns cobertores velhos por baixo e uma rede mosquiteira sobre eles. A nossa família era um casal com um filhote. Mas em outras casas vi que também uma senhora mais velha dormia com eles, presumo que a mãe de um dos elementos do casal.

A “nossa família” arranjou tudo para que dormíssemos o melhor possível, com um édredon e um cobertor por baixo para aquecer (que parecia muito mas que se viria a revelar pouco!) e a rede mosquiteira em cima de nós, a nossa cama estava feita, ali mesmo ao lado deles naquela humilde casa com uma divisão… fantástico que nos abram as portas assim, seria como deixarmos estranhos dormir no nosso quarto!

Depois fomos todos para outra casa começar os preparativos do jantar e é uma coisa linda de ser ver, não há televisão, ou telemóveis, por isso todos se sentam em volta da fogueira e juntos cozinham, conversam e riem, riem muito, todas as gerações juntas, é muito especial de se ver.



Começou logo a passar um copo com um tipo de aguardente que eles fazem com o arroz e que pelo que vi bebem bastante, talvez daí que estejam sempre tãooo contentes :) claro que fui bebendo sempre que o copo passava por mim, mas só mesmo um bocadinhooo! Mais uma vez a beleza de partilharem os mesmos copos não só entre eles mas também connosco!

A comida estava óptima, mas infelizmente eles não se sentaram a comer connosco! 

Depois de jantar o Oh foi-nos deixar com a nossa família e foi dormir para outra casa, pronto estávamos sozinho com eles e sem tradutor!

Mesmo sem entendermos qualquer palavra logo nos convidaram para ir para perto da fogueira para nos aquecermos e ali ficámos entre sorrisos e tentativas de conversa, olhando a labareda com uma paz que nós no nosso dia a dia já não conseguimos encontrar.

Acabámos por nos despedir e ir dormir e aí sim o sofrimento começou, a noite lá é gelada, mesmo com o édredon por baixo e o saco cama sentia-se perfeitamente o frio e a humidade a entrar pelas frestas da casa, mal sentia o meu nariz de tão gelado e não bastasse isso a dor na anca e ombros de estar deitada praticamente sobre o chão não davam tréguas.

Felizmente a manhã chegou e com ela a necessidade de preparar o pequeno-almoço, eles decidiram fazer café para nós! Eles não consomem café, mas começaram a plantar para vender na cidade, muito empreendedores!

Mas fazer café não é bem como nós… primeiro vamos colher os grãos, depois acendem-se as fogueiras e levamos os grãos ao lume, até começarem a largar a casca, tiramos do lume e tiramos as cascas todas, depois volta ao lume até ficar tostado e castanhinho (o grão é claro)! Mas sem queimar, coisa que eu não estava a conseguir… e precisei de ajuda!

Cafézinho!

Depois vai-se para o pilão moer tudo, por fim junta-se a água, côa-se e xaram! Cerca de 1 hora depois o nosso café estava pronto! :D simples!

Entretanto também tinham assado batata doce para nós e trouxeram alguns frutos, directamente da árvore, queriam que experimentássemos tudo o que tinham! E nós claro comemos, alias durante todo o tempo que passamos com eles qualquer aviso sobre cuidados com água, higiene e afins caíram, só queríamos experienciar tudo e mostrar o quão agradecidos estávamos por eles nos receberem tão bem.

Começamos então a preparar o pequeno-almoço propriamente dito, que é em tudo similar ao jantar, arroz, tofu e muitos vegetais! Que alegria! (e o tofu deles é tão bom, mas bom!!! mais rijinho, uma maravilha!)



Este almoço foi diferente, já não comemos sozinhos, desta vez 3 famílias se juntaram a nós, cada uma trazendo algo que tinham feito, um verdadeiro almoço de partilha e um dos melhores momentos por que passámos na Tailândia!

Ah além de magico este foi um momento muito picante… raios! E a pequenita comia tudo tão tranquila enquanto nós… ai ai!

Depois de almoço tentei varrer a casa, como eles fazem sempre depois da refeição e logo as senhoras me expulsaram entre sorrisos, tento lavar loiça a mesma coisa… parece que escorraçar visitas que tentam ajudar é algo que ultrapassa fronteiras! :p

Chegou a hora de ir embora e devido aos problemas de comunicação no mercado não tínhamos absolutamente nada para deixar como prenda aos nossos anfitriões em forma de gratidão! Pensamos um pouco e como ali faz tanto frio e a roupa deles era tão gasta perguntamos ao Oh se seria correcto oferecermos os nossos casacos (novos!), ai que era… então tomem lá! Eles deram-nos canecas em bambu (onde tínhamos tomado o café), nós demos casacos… uma troca de prendas na sua essência mais pura!

A despedida custou-me muito, por sentir que por mais que tentasse não lhes conseguiria explicar o quão agradecida e humilde eu me sentia perante eles.

quase que pareço um deles :)


O regresso foi mais animado e agora que estávamos mais à vontade as passagens pelas aldeias muito mais fáceis e divertidas!






Coisas que fomos encontrado pelo caminho:

1 - escolinha dos meninos

2 - secagem dos cereais

3 - espécie de alambique para fazer a tal aguardente de arroz

4 - sr a fazer cestos


O sorriso é algo que sem duvida faz parte deles! :D


Sem faltar nova voltinha no carrossel (carinha!) e viagem de barco, sendo que este era ainda mais especial, porque deixava entrar água! Yep isso mesmo e lá dentro havia uma pequena bomba que a ia expulsando, pleaseee bomba linda trabalha rápido e não pares!

saudade

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Um dia com a tribo - Norte da Tailândia PARTE 1

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Enquanto fazia este post apercebi-me que estava a ficar parvamente comprido, por isso resolvi ir dividindo e por agora não faço ideia quantas partes terá! Mas por enquanto… PARTE 1!

A Tailândia é sem dúvida um país que vale a pena visitar e que me surpreendeu bastante pela positiva, mas como em quase todos os países é quando se sai um pouco do roteiro turístico que a magia acontece!

Quando investigámos a Tailândia decidimos desde cedo fazer uma escapadela para o norte, menos turístico e mais agreste, pensámos fazer uma caminhada e conhecer melhor a floresta e foi em busca por opções que encontrámos o Pooh-EcoTreking, com diversas opções de treking e com criticas óptimas!

Depois de vermos as opções ficámos tentados com a opção “Hilltribe homestay”, que basicamente é um treking em que se passa por algumas tribos do norte e se pernoita mesmo juntamente com uma das famílias. uouuuu

Por um lado isto parecia ser uma grande aventura, uma oportunidade única de perceber como ainda é actualmente a vida de outras pessoas, por outro tínhamos medo, não queríamos correr o risco de estar a alimentar uma economia de escravidão como acontece com a tribo das “mulheres girafa”, que mais não é que um zoo humano, em que as pessoas são tratadas como uma atracção e não têm sequer hipótese de escolher uma vida diferente. 

Aqui faço um aparte, as tribos de "mulheres girafas" que tantos turistas visitam de sorriso no rosto são na verdade campos de refugiados de Myanmar, este povo não tem autorização para sair das áreas que lhes são afectas, não podem trabalhar e praticamente não tem acesso à escola! Vivem basicamente presos num zoo sem hipótese de fuga, resta-lhes quebrar e aceitar, tendo como única forma de sobrevivência possível, permitir que enxurradas de turistas invadam o seu espaço para conseguirem uma foto com elas.

Dito isto e voltando ao nosso problema… treeking com tribos ou não?

Tentámos nos informar um pouco mais, lemos relatos, lemos e relemos tudo no site para tentar perceber os princípios latentes e acabámos por arriscar! 

Optámos por uma caminhada de 2 dias, porque o nosso planeamento não permitia esticarmos-nos mais, como correu? Vamos lá!

No dia antes da partida reunimos do “escritório” deles em Chiang Mai, onde conhecemos o nosso guia e verificámos que ali todos eram de facto locais e que se tratava de um pequena empresa, o que nos deixou logo mais confiantes!

Na reunião inicial o Oh (não faço ideia como escrever o nome dele, mas o som era este!) mostrou-nos num mapa o percurso que íamos fazer e falou um pouco de como iam ser os dias. 

Para começar é preciso perceber que pelo que me apercebi os tailandeses (peço desde já desculpa pela generalização porque de facto não são todos, mas nós apanhámos uns quantos assim e adorámos), começam a falar a inglês mas depois entusiasmam-se e começa uma vertiginosa e bastante rápida explosão de palavras em que misturam thai com inglês e sinceramente algumas coisas achámos que tínhamos percebido, mas não… :p (veremos adiante!)

Chegámos a casa separámos tudo o que não queríamos levar para outra mala (andamos sempre com um seco dobrável tipo isto charan pendurado numa das nossas mochilas, já nos safou tanto!) e nas nossas mochilas deixámos apenas o essencial, repelente de insectos, protector solar, 1 casaco e 1 camisola de manga de manga comprida para a noite (faz tanto frio que não vos passa pela cabeça), umas calças confortáveis para dormir e uma tshirt e cuecas extra para o segundo dia. Chega perfeitamente e não é preciso mais mariquice nenhuma! (ah também levámos escova e pasta de dentes, sem isso não dá!)

Quando reunimos com o Oh ele deu-nos um saco de plástico, aconselho a que enfiem a roupa toda la dentro, que assim ela vai numa carrinha ter com vocês à tribo e escusam de carregar com ela!

Preparativos feitos, restava-nos tentar dormir e esperar pelo amanhã!

Boas veganices!

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Tailândia e os elefantes...

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É só fazer uma simples busca no google sobre o que fazer na Tailândia e logo somos bombardeados com diversas opções de passeio em cima de elefantes!

As pessoas ficam maravilhadas com isto, andar em cima de um elefante? Uau! Mágico!

Mas vá lá... neste ponto acho que só não vê quem não quer ver! Ou já fomos de tal modo engolidos por esta cultura de usar os animais a nossa belo prazer que não nos faz confusão maltratar e escravizar um animal em troca de 30 minutos de "prazer"?! ou então estamos mergulhados numa inocência infantil em que o elefante tem uma vida muito linda e adoraaaa andar com humaninhos às costas! A sério? Mesmo?

O processo de quebrar um elefante até que ele aceite placidamente transportar humanos é cruel e altamente doloroso para o animal, não só fisicamente mas também psicologicamente... e também basta uma simples busca no google para nos vermos frente a frente com uma realidade em que bebés são retirados às mães e torturados até simplesmente desistirem.

Até ter ido à Tailândia apenas tinha visto, quando era mais nova, elefantes no Zoo, confesso que nunca lhes achei mais graça do que a outro qualquer animal, nunca percebi qual a magia para que houvesse pessoas tão apaixonadas por eles... tudo o que via eram animais gigantes, parados "práli", não parecia haver vida la dentro!

Na Tailândia passei por um local onde estavam literalmente estacionados uma data de elefantes à espera que mais um par de turista os viesse montar, dói muito ver aquela injustiça, mas mais uma vez não me despertaram qualquer paixão especial por serem elefantes.

 Depois passou por nós um jovem casal de turistas em cima de um elefante, eles iam agarrados ao telemóvel com um ar aborrecido, enquanto o elefante se arrastava pela estrada de alcatrão a fora. Pensei sobre isso, andar em cima de um elefante até é capaz de ser chato se pensarmos bem nisso, é que lá de cima nem sequer vês o elefante!!! 

Então aquele animal foi condenado a uma vida de escravidão para depois ser montado por alguém que na verdade nem está a ligar ao que está a fazer? Na verdade só quer por em alguma rede social que está em cima de um elefante? E depois disso terá a pensar que o passeio deveria chegar ao fim porque quer fazer outras coisas? Quanta crueldade! 

Mas mais uma vez doeu, porque dói sempre que vejo um animal a ser maltratado, nada mais!

Os dias passaram, fomos para Chiang Mai e lá tínhamos agendado um passeio no Elephant Nature Park... Este parque funciona como centro de salvamento e reabilitação  de elefantes e outros animais!

Estava curiosa pelo passeio, mas não posso dizer que estava em pulgas...

Mas tudo mudou... esqueçam a ideia que tinham de elefante com base nos que viram no zoo ou nos que se arrastam com turistas em cima... esqueçam! Esses são escravos e como tal transportam em si toda a apatia/tristeza de quem já desistiu de viver e nós humanos nem nos apercebemos disso... mas desafio todos, quando vierem à Tailândia, a visitar este centro e ver as diferenças, oh que animal fantástico... existe tanta vida num elefante, tanta vontade de brincar e os olhos... aqueles olhos... 

Primeiro ficámos dentro de uma "cerca"  (sim nós é que estamos la dentro) e vamos dando paparoca aos elefantes... aqui houve logo um momento a destacar, quando a comida acabou e todos começaram a ir embora uma passou com uma destreza que já mostrava que era um movimento que lhe era habitual para dentro da nossa cerca... oh pah assusta ver um animal daquele tamanho a entrar no teu espaço e começámos todos a juntar-nos a um canto e a dizer aos guias que ela estava entrar, só recebemos um sorriso... ela não nos queria fazer mal, ia apenas apanhar os restos de comida que tinham ficado caídos, depois disso foi embora com a mesma calma e juntou-se à família! 

Na foto debaixo ela já está dentro da cerca, marota!

A seguir caminhámos com eles... sempre com cuidado porque quando uma menina daquelas (eram todas fêmeas) decide parar e dar a volta... uiiii saiam dos lados!

Pelo caminho iam arrancado arbustos para comer as suas folhas e era visível as diferentes personalidades, uma delas era uma marota, sempre a fugir dos caminhos em buscar de folhinhas mais gostosas! Cada elefante tem um cuidador e o desta ia-se rindo enquanto ela ignorava todos os seus pedidos para que seguisse o caminho definido.



A maior parecia só querer as folhas que estavam no topo das árvores e mesmo ali ao nosso lado mandou como toda a facilidade uma árvore abaixo para conseguir o que queria, que força estupenda!

A mais novinha gostava de correr com as suas orelhinhas a abanar atrás de nós e parar quando estava mesmo pertinho, pelos vistos isto é uma brincadeira normal nos mais novos! Mas atenção que ela mesmo pequena era enorme, quando ela corria na nossa direcção nós riamos mas fugíamos!

Outra coisa engraçada é que eles tocam-se muito, por exemplo quando vão em fila se o da frente para o outro encosta a cabeça ao rabo dele a empurrar como se lhe tivesse a dizer vá anda ou sai da frente!

Depois os elefantes continuaram o passeio e nós fomos almoçar e preparar umas guloseimas especiais para eles!

Quase tudo vegan e sempre vegetariano!

A seguir um momento inesquecível, ver elefantes a brincar na lama, mandávamos-lhes água com baldes e com a lama fazíamos massagens nas suas enormes barrigas e sabem que mais? Havia um que gostava mesmo das massagens e ficava ali muito sossegado enquanto era esfregado, tal e qual um cão quando lhe damos festas na barriga! Os outros preferiam brincar e pareciam uns tontos a empurrarem-se e escorregarem na lama!

Passámos para o rio e avisaram-nos, não se ponham ao lado deles! Ai não? Porquê? aaaahhh que fantástico! Os elefantes entravam na água e deixavam-se literalmente cair de lado para dentro de água, parecendo grandes montanhas flutuantes, lindoooo! Mais brincadeiras com água e corridas da pequenota atrás de nós e eles saem do rio e começam a secar-se e limpar-se com a areia, parecem garotos a brincar.


(não tenho fotos na lama nem no rio porque a alegria de estar ali a brincar com eles ultrapassava qualquer lembrança de gravar esse momento em algum lado que não fosse o meu coração, mas acho que o Droski fez vídeos... se forem fixolas depois eu ponho aqui também!)

A seguir nova hora de paparoca, é giro ver as preferências, eles não comem a banana enquanto houver abóbora, a não ser que a descasquemos! Depois de acabadas as abóboras os sacaninhas já aceitavam as bananas com casca e tudo :D

E quando eles achavam que o pedaço de comida era pequeno guardavam no tromba (tipo gancho) e com a pontinha faziam sinal que queriam mais, a sério! Parecia que estavam a dizer vá não vês que o que me deste não chega! Só depois de terem a trombinha cheia com o que eles achassem que valia a pena levavam a comida à boca!

Este foi um dos meus dois "programas" favoritos na Tailândia, apaixonei-me perdidamente por elefantes e pensar nos outros, nos que são escravos dói ainda mais agora que sei como eles de facto são... e mesmo pondo qualquer direito do animal à sua vida de parte esta experiência é mil vezes melhor e mais entusiasmante que simplesmente montar um elefante!

Por isso por favor não financiem a escravatura animal!!! E tenham um momento inesquecível nas vossas férias enquanto apoiam uma boa causa visitando este parque, não é barato mais vale mesmo a pena.




Ah curiosidade que talvez possa salvar vidas humanas :p se um elefante correr atrás de vocês corram para baixo, a única maneira de se safarem é descerem e usarem o peso dele a vossa favor porque ele vai ter te travar bastante... pelo menos foi o que o guia disse!

Outra coisa, já em Portugal comecei a ler um livro absolutamente fantástico, em que aprendi mais sobre elefantes e a minha paixão por eles só ficou ainda mais inflamada, um elefante é tudo aquilo que um humano devia ser.. mas sobre isto e sobre o livro falo noutro post!

Boas veganices!




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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Papar fora: Cervejaria Cacimbo (Viseu)

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Cervejaria Cacimbo

Infelizmente não deu tempo para conhecermos nada de Viseu (lá voltaremos) por isso não tenho noção de qual a oferta de restaurantes que há lá para comparar, nem se a localização é boa ou não, mas ficam os seguintes pontos...

Esplanada super agradável!!! É que se está mesmo bem ali, é daquelas esplanadas que quando dás por ti já estas na hora do lanche! 



Mas o melhor foi chegar lá e ver que tinham opções vegetarianas, melhor ainda perguntar se a massa com cogumelos e tofu leva natas e responderem que sim mas que eram de soja! uauuuuuu

A massa era mesmo muito gostosa, com cogumelos frescos. Infelizmente o tofu era realmente nojento e fomos pondo de lado, mas tudo o resto muito bom mesmo! 

Com uma sopinha e esta massa fiquei bastante satisfeita!





Boas veganices!

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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Trip to Madeira - pontos altos! (inclui onde estacionar no Funchal)

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Não esqueci esta parte! :D 

A Madeira encheu-nos os olhos desde que aterrámos e quando começámos a subir e mergulhar (é possível mergulhar em subida? :p)naquela vegetação sabíamos que tínhamos escolhido o sitio certo para as nossas férias! (sim que na Madeira tanto se mergulha no mar como na vegetação!)



Mas vamos lá... pontos altos!

1. Restaurante Olives, que já falei aqui!


3. Prainha - praia muito muito fixolas perto da Ponta de São Lourenço! A água é tranquila e limpida e ainda tem rochas bem posicionadas para saltos... é mesmo um paraíso!

4. Piscinas naturais do Porto-Moniz - são lindas e nadar ali mesmo ao lado do mar revolto e rodeado de rochas é uma experiência surreal! Estão abertas todo o ano e apesar de no dia que lá fomos o tempo estar cinzento e com chuviscos nós não resistimos e aconselho a que também não resistas! Foi daqueles momentos mágicos que valeu super a pena!

5. Teleférico das Achadas da Cruz - este sim vale a pena, quando aquilo arranca e olhamos para baixo uouuuuuu! Lá em baixo não há muito para ver é apenas uma zona utilizada pelos habitantes para agricultura, mas vale a pena aproveitar para te perderes no labirinto de pequenas casinhas que os agricultores ali tem!



6. Teleférico do Garajau - fica mesmo ao lado da estátua do Cristo Rei (sim também lá há disso!) e basicamente vai ter a uma pequena enseada com uma escola de mergulho e o bar O Mero (que também já falei aqui)! É de aproveitar uma visita ao bar, que na altura dos Santos organiza festas à noite e que deve ser fantástico mas que infelizmente não apanhámos e para os mais corajosos... olhem bem para a rocha do lado esquerdo... existe um varandim (na falta de melhor palavra) e um aviso de perigo... parece que tá a chamar! Nós não fomos até ao fim porque os sapatos do Droski escorregavam bastante e o mar parecia estar a subir e tivemos receio de ficar com o caminho tapado (além disso aquilo tava bravooo), mas que ficou a vontade de percorrer aquilo tudo... ficou!

7. Passeio na Caravela Santa Maria - foi o nosso ultimo dia e não estava planeado, mas valeu super a pena, o barco é lindo, o passeio é lindo, os golfinhos são lindos (naquele dia não paravam de aparecer e há uma magia especial em ver um animal assim em liberdade a cruzar o oceano... é lindo! e gostava que todos vissem para depois perceberem bem a diferença entre estes e os que ficaram prisioneiros de humanos em parques, condenados por toda a vida a fazer pequenos truques, tal qual bobos apenas para nosso entretém). E quando chega ao Cabo Girão (destino da viagem) todos tem a hipótese de saltar borda fora e mais uma vez, pode estar um bocadinho de frio, ou enublado ou a chuviscar... mas saltem :D levem agasalho para depois mas não deixam de saltar! Mais um momento mágico! Ah e o barco ainda tem um amiguinho especial! Cãozinho sortudo que anda sempre com o dono! Menos sortudo é o papagaio que para aparecer apenas durante os 10 minutos que dura o embarque vive acorrentado... não promovam isto, não tirem fotos com ele... vamos mostrar que não damos valor a ter ali o papagaio... não salvamos este, mas quem saiba não venha outro a seguir!



8. Jardim Tropical Monte Palace - é lindo e acho que vale muito a pena a visita até porque logo ali ao lado temos...



9. Carreiros do Monte - sim, sim é isso mesmo, aqueles cestos tradicionais guiados por dois srs. que vão descendo as ruas a uma velocidade respeitosa! Não há muito a dizer... é giro, é mesmo giro e quando acaba dá pena! Não é tão assustador quanto parece mas garante certamente um sorriso na cara de todos durante a descida! Adorámos e se voltarmos à Madeira repetimos!

será possível ter pior aspecto? :p

10. Vereda dos balcões - não a considerei uma caminhada porque... bem são 3 km super fáceis que se fazem num pulinho e o importante mesmo é o Grand Finale! Para mim está mais na secção dos miradouros... e dos bons!




Agora por ultimo chegou o truque... precisas de estacionar no Funchal... os horários dos parques não são compatíveis com as tuas necessidades ou com a tua carteira... desesperas... o que fazer: Beco do Gerardo é a resposta! Da semana que lá ficámos apenas 1 vez não conseguimos lá lugar, nos restantes dias foi a nossa salvação (indicado por um local!)! Está bastante perto do centro do Funchal e mesmo ao lado do Hotel que ficámos (Sirius), mesmo quando chegávamos tarde nunca nos sentimos minimamente inseguros ali, por isso, forçaaaa!



Claro que a Madeira tem muitoooo mais e muito ainda ficou por descobrir... mas estas são apenas algumas das coisas que fizemos e gostámos muitoooo! Aconselho a partirem à procura de mais coisas fantásticas naquela ilha de sonho e depois partilhem que é para eu arranjar desculpas para voltar!

Boas veganices!

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Trip to Madeira - o que não fazer!

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Atenção, atenção, este post não é para chatear ninguém e eu acho que uma pessoa deve experimentar tudo, mais não seja para dizer que não gostou! No entanto PESSOALMENTE há coisas que se eu soubesse como eram não tinha feito! Aqui vai:


1. Grutas de São Vicente - mau, muito mau, e então se já tiverem ido à Gruta das Torres (Pico, Açores) vão achar aquilo tudo ridículo... e não fomos os únicos, quando íamos a sair ouvi uma menina dizer à mãe "pelo menos fiquei com os ténis limpos"... e com isto acho que não valem a pena muitos mais comentários! Mas vai haver :) o mini percurso é todo feito em túneis feitos pelo homem (a minha casa também foi feita por homens e não cobro a visita!), a guia debitava um texto decorado sem qualquer emoção ou empatia com o grupo e devo dizer que algumas das explicações me pareciam duvidosas... pelo menos não batiam muito bem com as explicações do GUIA brutal da Gruta das Torres! Gostei especialmente quando ela diz, aqui não há calcário, por isso não há estalactites... enquanto tem uma estalactite ao lado... segundo explicaram na Gruta das Torres são feitas de magma e o especial destas estalactites é que quando se partem é o fim, nunca mais vão crescer! Também não se deixem levar pelo tempo da visita, grande parte é passada no centro de vulcanismo, a ver filmes e afins! Concluindo, foi o dinheiro mais mal dado que dei nestas férias, mesmo! Se gostam deste tipo de coisas deixem-se estar quietos e depois para as próximas férias logo vão ao Pico ver uma coisa como deve ser!

2. Teleférico do Funchal - chatoooo, há muitos teleféricos na Madeira, dos que experimentei este é o mais caro e terrivelmente chato... vemos terraços, varandas e afins e anda muito devagarinhoooo! Muito muito chato!

3 Cabo Girão - falam muito disto, é o cabo mais alto da Europa (580 m) e a plataforma suspensa é em vidro, em teoria parece super uauuuu, mas na verdade não tem assim tanto impacto... a plataforma está sobre uma ribanceira inclinada que quebra um pouco a noção de altura e o vidro da plataforma tem tantos tracinhos que também não tens aquela sensação de estar no ar... não sei, havia lá muitas crianças entusiasmadas, mas nós não vimos ali grande piada. (acho que nem temos nenhum foto de lá)

4. Levada do Alecrim - Não é má e é super simples de fazer, mas também não apresenta nada de novo (tanto que acho que nem falei dela nas caminhadas), por isso sendo que as férias têm sempre o tempo um pouco limitado talvez não faça sentido perder tempo com esta.

5. Vereda da Ilha - já falei sobre isso aqui: Trip to Madeira - caminhadas I

6. Estacionar no Funchal - não é um evento, mas é lixado até mais não... felizmente um senhor mega simpático mostrou-nos um sitio especial em que conseguimos sempre encontrar lugar! Onde é? Isso fica para as dicas! ;)

E pronto para mim isto foram claramente os pontos baixos da viagem!

Boas veganices!
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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Papar fora: ser vegan na Madeira V (Olives Funchal)

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Confesso que não andava muito entusiasmada com as minhas refeições na Madeira, por isso quando começámos a pensar onde fazer o nosso ultimo jantar o meu empenho era reduzido!

Mas havia alguém que ainda acreditava e que não poupou esforços numa busca desenfreada para conseguir encontrar uma coisa boa para mim... o DROSKI! (viva o Droskiiii!)

Ah e sim, este post só vai ter um sitio! Mas vale por 3 (o sitio!)!

13. Olives Funchal

Então como estava a dizer na ultima noite demos com o derradeiro oásis… daqueles mesmo fixolas, com um lago de água calmas rodeado das mais perfeitas palmeiras… ai que coisa linda! 

Começa pela fantástica esplanada no terraço, passa pelo Chefe maravilhoso que vinha a mesa para ter a certeza que tudo estava bem… os funcionários super simpáticos e… um menu extra só com pratos vegan e vegetarianos! Morri e fui para o céu! 

Aviso já que os nomes dos pratos eram muito chiques e eu já não me lembro, por isso vou dando a versão (brega) simplificada da coisa! x)

Como entrada salada de abacate e tomate com molho picante (aiii o gengibre), papaia com um topping salgado e ainda pãozinho feito pelo chefe e cozinhado ali na hora! A acompanhar o pão vinham 3 manteigas, mas para mim o chefe fez uma mistura de azeite com vinagre balsâmico! Ai que bom!



De seguida ravioli (vegetariano) para o Droski e um pão recheado com um estufado de tofu, grão e abóbora, tudo acompanhado com uma bela sangria com espumante e belas frutinhas, que não estava na lista mas que mal perguntamos eles disseram logo que faziam algo… e que boa que estava!





Para acabar pergunto se haverá alguma sobremesa vegan… “ não se preocupe que o chefe para si vai fazer agora uma coisa especial”… pronto quero viver aqui para sempre!

Veio um crumble de maçã e passas acompanhado de sorvet de tangerina… ai que maravilha!



Se não estou em erro pagamos cinquenta e tal euros e valeu cada cêntimo, que despedida gastronómica brutal!

Para melhorar tudo e como o restaurante só tinha mais uma mesa ocupada que por acaso era mesma a ao lado da nossa ainda tivemos a bater conversa com o casal que lá estava, que eram pessoas super interessantes e que já tinham viajado imenso… sabe tão bem conversar com quem o sabe fazer… foi uma noite inesquecível!

Boas veganices!
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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Papar fora: ser vegan na Madeira IV

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10. Pingo Doce (viva a pobretice!)

No shopping La VIE Funchal o Pingo Doce tem comida a peso, como funciona como buffet um vegan safa-se sempre! De que me lembre apanhámos: massa com legumes e soja, batata doce assada, batata salteada, arroz, salada, legumes cozidos… Enfim não há como errar e se foram a partir das 21h é happy hour (uouuuuuuu), que significa que os pratos ficam a metade do preço! Mas quanto? Bem um prato em happy hour um prato fica entre os 2 e 4 euros (se for mesmo cheio)!!!! :D
É uma óptima opção para equilibrar o orçamento! E fica mesmo ali no centro do Funchal.


11. Taberna Popular (não podíamos fugir da poncha para sempre...)

Foi onde experimentámos a tradicional Poncha, atenção agora para os vegan… a poncha feita com açúcar em vez de mel é a Poncha à Pescador! (peçam essa!) Não deve ser o melhor sítio para um apreciador, mas nenhum de nós é muito dado a bebidas alcoólicas, por isso foi suficiente. Pareceu-nos boa, foi barata e a localização é muito gira, cheia de vida à noite. 
(o principal é que traz pipocas!!!)



12. Ritz (melhor gelado de chocolate do mundo... vegan ou não!

Eu adoro gelado… enfim quem não adora? O meu sabor favorito? Fácil fácil, chocolate! 

Infelizmente a maioria dos sabores vegan são… fruta! Não me entendam mal, eu adoro fruta, e faço gelados de fruta em casa, MAS, caramba se quero ir a uma geladaria comer um gelado quero uma coisa como deve ser! Vejo mil sabores interessantes, ele é o chocolate, o oreo, o cokie o cheesecake, o tiramisu e sei lá mais eu o quê e quando eu pergunto quais os sabores vegan a resposta é invariavelmente (quando os há!): morango, frutos silvestres, manga e por aí… 

Fica aqui a sugestão, meus srs. “geladeiros” toca a perceber que dentro de um vegan também há um ser humano! Também gostamos de gulodices! E compensa ter outros sabores vegan? Bem existe uma geladaria na costa que tem sabor de chocolate vegan (fica para outro post) e se for lá mesmo ao final do dia ele já está esgotado! Fica a dica ;)

Bem depois desta grotesca introdução, voltemos à Madeira… depois de um jantar no Pingo Doce e com aquela sensação de estamos a controlar tão bem os nossos custos pensamos, bem para compensar podíamos comer um gelado! (o ser humano é óptimo nesta óptica da compensação! Hihihi

À nossa frente o Ritz, começo a ver o sabores e digo aiiii não acredito, tinha um chocolate especial do Ritz, super escuro com um ar mega cremoso e digo ao Droski, opah aquele é que era bom!

Vem o funcionário e começo o meu questionário para perceber se existe algum que possa comer… ah isso só temos um! Qual qual? O mega chocolate Ritz!!! Nem podia acreditar (aliás ainda hoje tenho dificuldade em acreditar!)… pedi logo uma bolinha e meus meninos, melhor gelado de chocolate que já comi na vida (comparando com os vegan ou com ou outros, este ganha sempre)!

Confesso que fiquei na dúvida, isto será mesmo vegan? Pelo que o senhor disse era! Por isso aconselho mega irem experimentar este sabor! E já agora voltem a confirmar que é vegan (espero mesmo que seja!)!

E não, não tenho foto nenhuma, uma coisa daquelas come-se antes que derreta não se fotografa! :D

Já só falta um! E claro que deixei o melhor para o fim... o que por aí vem é um must go na Madeira!

Boas veganices!

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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Papar fora: ser vegan na Madeira III

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7. Xapa Grill 2 (olha freguês que é barato e gostoso...)

Este menino fica perto das Grutas de São Vicente e só posso dizer que não vão ter qualquer problema em comer aqui! Funciona em regime buffet e por menos de 6 euros podes comer tudo o que conseguires! Para nós, vegans, tinham batata doce, favas, feijão, grão, milho, arroz, batata assada, batata frita, pão, azeitonas e saladas diversas! Não tenho queixas, óptima relação qualidade/preço.

tão simples... tão bom!

8. Gigi sumos (saudável, simples e barato)

Não sendo o ideal para um jantar é perfeito para um almoço rápido no Funchal, tem sumos naturais, wraps, tostas… tudo com opções vegan! Além disso é barato! Penso que o menu que pedi wrap + bebida foi 6,5€. 

Quanto à localização fica perto das paragens de partida dos autocarros, por isso foi mesmo perfeito para o nosso último dia!





9. Taberna do petisco (melhores batatas fritas do mundo!)

Ultimo dia na Madeira… manhã passada numa viagem de barco (contarei mais à frente!), almoço na GIGI (acima)… tarde na piscina… e quase quase na hora de ir para o aeroporto surge a ideia de fazer uma despedida bem gostosa!

Mandámos vir bolo do caco com azeite… o sr. pergunta “quer o nosso azeite especial?” Ai claro que quero que já chega de azeite Galo! Para acompanhar umas batatinhas fritas!

Chega tudo, que maravilha de azeite, super bem condimentado! E as batatas? Opah as batatas! As melhores batatas fritas que já comi na vida! Vinham com alho e com ervinhas e eram de comer e chorar por mais… ainda bem que fizemos esta paragem! (estava tão bom que nem nos lembrámos de tirar foto!)

Depois mais perfeito ainda… dá para ir a pé para ao aeroporto! Juro! Dá mesmo! E que melhor maneira de deixar a Madeira que caminhando? :D

Está a melhorar não é? Mas não fica por aqui!

Boas veganices!

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Papar fora: ser vegan na Madeira II

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4. Restaurante Lugar de Baixo (onde somos tratados que nem Reis! que simpatia!)

Era dia de jogo de Portugal, estava a chegar a hora e nós perdidos pela Madeira à procura de um restaurante simpático que desse o jogo e tivesse algo para eu comer… aaaaiiii que o jogo começa e nós aqui às voltas na montanha sem ver um café que seja!

Felizmente, tal oásis apareceu na forma deste este menino… tinha tv, tinha pizzas, estávamos safos!

Havia pouca gente e por isso pudemos os dois ficar mesmo de frente para a televisão! Começámos com o bolo do caco com azeite do costume e seguiram duas megas pizzas (um exagerooooo, não conseguimos comer tudo porque a massa não era tão fina assim, mas arranjaram caixinhas para levarmos os restos), que estavam bastante boas! Os empregados eram mega simpáticos e no final, talvez para compensar a tristeza de Portugal não ter ganho, deram-nos dois copos de licor a cada um! O preço foi super adequado, já que pedimos pizza que daria facilmente para uma família de 4!



5. Restaurante praia dos Reis Magos (restaurante turístico com opções veggie) e O Mero (cena tropical)

Fomos ter a este restaurante absolutamente por acaso… era o nosso penúltimo dia na Madeira e tínhamos marcado fazer coastering, mas o tempo esteve contra nós e as condições não permitiram tal aventura, como já não tínhamos carro e ficar parados estava fora de questão, fomos à aventura de autocarro, sem saber bem para onde… começámos com uma paragem em Garajau com direito a passeio de teleférico e bebida fantástica (O Mero) – também há lá um Cristo Rei, mas não lhe achámos grande piada!



 Depois desta bebida com gosto a tropical voltámos a apanhar um autocarro e acabámos por sair na Praia dos Reis Magos… onde demos com o restaurante! A vista para o mar era óptima e tinha alguns pratos vegetarianos!!! Optei por uma massa com legumes, que originalmente levava natas e queijo, mas foi só pedir para tirar e não houve problema nenhum, veio antes salteada com azeite!





6. Chico Restaurante (esquecivel)

Restaurante simpático e acolhedor, comi arroz, milho frito, batata frita e salada. É bom para desenrascar mas não marca, tanto que quando vi a lista de restaurantes para fazer este post já não me lembrava de ter lá ido!


Calma, muita calma que isto ainda vai melhorar :D

Boas veganices!

ser vegan na Madeira I
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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Trip to Madeira - caminhadas IV

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3 caminhadas numa só: 25 fontes, risco e casa do rabaçal!

Estas foram as que fizemos no primeiro dia na Madeira, acabadinhos de aterrar!

O inicio é igual para todas e o primeiro desafio é arrumar o carro entre estas meninas lindas!




Arrumado o carro começa a descida por uma pequena estrada alcatroada (mas com vistas bonitas), exista a opção de apanhar "boleia" de uma carrinha, que tudo o que faz é andar para cima e para baixo com os caminhantes! Para baixo acho que não compensa usar este serviço, mas depois na volta... sempre a subir numa estrada que já fizemos... que venha a carrinha! (nós não usamos mas acho que é uma super boa opção!)

Começámos pela caminhada do risco, o caminho é muito lindo e verdejante, óptima opção para dias muito quente e solarengos!



E o final é verdadeiramente uauuuu :)



Depois chega a altura de voltar para trás e apanhar o percurso das 25 fontes, o caminho não é tão simples, anda-se muito em cima de um tipo de parapeito ao lado da levada e em algumas alturas é bastante estreito e não é possível as pessoas cruzarem-se, mas mesmo assim não apresenta grande dificuldade!

Mais uma vez o mesmo tipo de vegetação fantástica e um final ainda mais uauuuu, onde aproveitámos para almoçar!

Infelizmente não conseguimos tirar grande foto, porque uma familia tuga chegou pouco depois e ocupou o pedaço todo! :p

Se tiver calor podem tomar banho!
 (mas sem estardalhaço okis?)

Ah aqui há uma coisa muito engraçada, uns passarinhos super traquinas que faziam voos rasantes às pessoas e que, com alguma paciência, vêm buscar comida à mão!!! Coisas mais fofas! Havia um mais gorduxo que era só abrir a mão e lá vinha ele!

No regresso, e para não repetir, seguimos o caminho da casa do rabaçal!

bailarina!

Percurso feito... sentar a descansar um pouco à sombra enquanto apreciamos a vista e nos preparamos para a tal subida!!!


Boas veganices!

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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Trip to Madeira - caminhadas III

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Chegou o dia de fazer a caminhada da Vereda da Ponta de São Lourenço, diziam maravilhas daquele percurso, no entanto quando lá chegámos tudo o que víamos era um caminho desértico e serpenteante sem fim que dava a todos o os que o percorriam o ar de peregrinos, como se tivessemos a assistir a uma cena bíblica! 

Bem vamos lá, que o percurso é pequeno (4 km + 4km) e num instante fazemos isto!











Em alguns pontos apanhámos bastante vento e o percurso era estreito (uma vereda lá está!), logo fomos avançando meio dobrados e tentando ficar longe da beira… mais uma vez senti que cruzava um deserto, qual cena bíblica, atrás de Maomé (talvez as referencias não sejam muito exactas, mas não é um assunto que perceba muito e foi isso que senti :p).

Mas a paisagem começou cada vez mais a valer a pena, as escarpas para o mar eram lindas e mesmo a rudeza do caminho começa a encantar, passámos pelo caminho para uma pequena praia e tomámos nota mental de lá ir quando voltássemos! 



O caminho foi passando… até chegar ao parque de diversões, de repente e quase na ponta aparece uma casinha rodeada de palmeiras, tal oásis, com casa de banho (1 euro!), mesas para comer, pequena zona para acampar, zona de observação de aves, uma prainha de água transparente e claro… a subida mesmo até ao final da ponta (tinha que ser mais um pequeno pico…)!


Primeiro sentámos-nos a comer fruta e apreciar a paisagem, com pessoas espalhadas por toda a área (é uma coisa surreal meso… a seguir atacámos a subida! Muito mais fácil do que parecia e lá em cima a sensação é óptima e com dezenas de lagartos giros! Já a descida, raios que aquilo escorrega!

Depois estava na hora de um banho! Ai que coisa maravilhosa, a temperatura estava óptima, o mar tranquilo e água super transparente! Parecia um paraíso na terra! Estávamos ali rodeados de terra tão seca, toda a paisagem castanha e nós a boiar na água translucida com o sol a bater no rosto… impagável! (atenção a praia é de pedra por isso levar calçado que possam levar para dentro de água é óptima ideia, caso contrário a entrada neste paraíso vai doer!)

Seguimos depois o caminho de volta, a sentir que estávamos leves de corpo e alma… talvez por isso tenha parecido tão rápido o regresso, mas não sei antes uma paragem na tal praia! Onde voltámos a comer e arriscámos mais um mergulho! Esta praia tinha uma particularidade gira, estava cheia de seixos colocados, por vezes com grande perícia, nas paredes da rocha que a circunda! Claro que também pusemos uma! 



Quando voltámos ao carro estávamos com o bichinho da praia por isso decidimos terminar o dia com uma grande road trip das praias! (sim esta caminhada de 8 km acabou por nos ocupar grande parte do dia! e valeu a pena!) :D l

Lgo ali ao pé da ponta de S. Lourenço encontrámos a “prainha”! O nome não engana, é uma pequena praia, com água fantástica e com um spot porreiro para dar pulos para a água, aconselho muito!

Em Machico fomos à Praia da Banda d'Além uma praia artificial de areia branca, a praia é óptima e tem uma plataforma para saltar para água (muito comum na Madeira), mas a areia branca na Madeira soa a estranho!

E ainda demos um pulo à Praia das Palmeiras, aqui não chegámos a tomar banho porque a água não estava nada apetitosa e a piscina na altura estava vazia, dois dias depois quando voltámos a passar por lá já estava a bombar. :D

Depois disto estávamos pronto para um banho (desta vez na banheira) e um belo jantar!

Boas veganices!
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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Trip to Madeira - caminhadas II

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Continuando a nossa viajem pelas caminhadas... vamos a uma das levadas mais famosas da Madeira!


2. A levada do Caldeirão Verde



Sim, uma das levadas onde turistas já morreram!

A excitação era mais que muita, será assim tão perigoso?

Esperavam-nos 6,5 km (+6,5 de volta, percurso linear claroooo)... ah não na verdade foi mais porque o nosso GPS passou-se e não conseguimos encontrar o inicio do percurso :/ logo iniciámos no "Um caminho real para todos", que é um percurso linear de 1 km que foi concebido para ser percorrido por pessoas com dificuldades motoras.

"Um caminho real para todos" é bastante bonito e aconselho a todos os que não possam aventurar-se em caminhadas mais longas e técnicas, no entanto para quem vai fazer o Caldeirão Verde acho que não há ganho nestes 2 km extra (ida e volta!).





Esta caminhada é muito boa mesma e vale super a pena, mas de facto é preciso ter cuidados porque o perigo está lá. Em alguns troços vão encontrar apenas um parapeito para andarem, com a levada de um lado e um "precipício" no outro, mas a maioria das vezes existe umas cordinhas a fazer de parapeito! :D Óbvio que a paisagem é uauuu!

O pior é quando apanhas outros caminhantes... quando apanhámos os primeiros em sentido contrário pensámos ai ai que já fomos, felizmente aprendemos o truque ;), por outro lado quando apanhamos no mesmo sentido mas com velocidade diferente... ai que chatice!!



Ah o truque? querem saber qual é? já nem me lembrava disso! O:) Fácil, fácil, é colocar os pés na beira do caminho (do lado da levada) e encostarem-se à montanha, ficam assim inclinados (\) completamente apoiados e seguros, na pior das hipóteses caiem para dentro do canal da levada, enquanto os outros passam do lado em que cair doí!

Na falta de uma fotografia passemos ao momento mais embaraçoso alguma vez sucedido neste blog...




Agora que passámos por isto espero ter mantido alguma dignidade, dignidade!!! onde estás tu? voltaaaa!

Para dar um toque extra também vão havendo túneis ao longo do caminho (cuidado com as cabeçaaaas!)!



No final sentimos que a caminhada valeu a pena quando nos deparamos com aquela cascata enorme, que infelizmente não tenho fotos :p mas ficam as da lagoa! O único senão é o mesmo que encontrei em todas as caminhadas na Madeira, excesso de pessoas! Fica a faltar o sentimento que és um privilegiado por ver aquilo, não sei explicar, mas há um refreio no entusiasmo pelo facto de haver tanta gente lá... perde um pouco a magia, mas não deixa de ser lindo!


O caminho de volta foi feito em metade do tempo e já nem pareceu tão complicado! O melhor é que ainda fiz um amiguinho!!!

coisa má linda!
Opah já está grande outra vez... mais caminhadas na Madeira brevemente!

Boas veganices!

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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Trip to Madeira – caminhadas I

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Ir à Madeira significa para grande parte das pessoas fazer algumas caminhadas, não fossem as levadas tão famosas!

Então? São assim tãoooo boas? Já lá vamos, mas primeiro o que não é nadica bom… as caminhadas são todas (pelo menos as mais conhecidas) lineares! Uma caminhada linear é sempre chato mas ainda mais quando estás de férias e queres aproveitar todos os momentos e depois te vês obrigado a desperdiçar 3 horas a repetir o mesmo percurso…

Mas vamos lá às caminhadas que fizemos…

1. Vereda do Areeiro – Pico Ruivo (PR 1)



Inicio no Pico do Areeiro


São muito provavelmente os 5,6 km mais fantásticos que já fiz na minha vida! A sério, se só puderem fazer uma caminhada na Madeira, esta é a menina a ter em consideração! Começa com um caminho digno do feiticeiro de Oz que já te começa a fazer sentir que estás num mundo à parte e desde aí o tempo é todo passado em uauuuu! Preparem-se para demorar bastante mais tempo do que o que seria razoável para esta distância, porque vão estar sempre a parar e olhar em volta (alias só tem piada assim!).


A caminhada em si é bastante simples (não para quem sofra de vertigens ou claustrofobia :p), basta seguir o caminho construído, sem grande declive… exceptuando quando chegam às escadas sem fim :O (vão saber quando lá chegarem…) aquilo cansa, mas não desesperem as escadas acabam e tudo terá valido a pena! Não se esqueçam de levar lanterna porque vão ter a oportunidade de passar literalmente dentro das montanhas!




Vão chegar a um ponto em que encontram um pequeno descampado ao lado do percurso, não faço ideia a que km, mas vão dar por ela porque há muita gente a parar ali para comer algo ou apenas para se sentar um pouco e apreciar a paisagem, o meu conselho é aproveitem! Dali a pouco tempo terão as escadas (as tais), por isso sentem-se, relaxem, apreciem a vista e comam uma frutinha boa (ai tanta cereja comemos nós ali)!


No Pico Ruivo vão mesmo até à ponta, tem lá um cubo de cimento (construção? Sei lá o que é aquilo :)), que apesar de não ser o ponto mais alto permite que te sentes e almoces com uma vista privilegiada da fila da frente, sem estares sempre a ver passar outros caminhantes à frente! (não, numa caminhada na Madeira nunca serás o único…). Nós almoçámos cada um uma lata de feijão, pão e fruta!

Pico Ruivo

Depois a melhor hipótese é voltar para trás até ao carro! 

sempre a descer...

Nós infelizmente não fizemos isso, ai que repetir o caminho é chato… então seguimos a Vereda da Ilha (PR1.1), o plano era ir até freguesia da Ilha e daí apanhar um táxi de volta para o nosso carro. Péssima ideia! Primeiro a Vereda da Ilha são 8,2 km em que desces cerca de 1.367m de altitude, logo os teus joelhos vão adorar (ai ai)! Depois não tem nada que se diga uau valeu super a pena ter quinado as minhas pernas e saber que vou ter dores no dia a seguir. E por último pagámos 40 euros pelo táxi de volta até ao carro! Yep! 40 euros, e mesmo assim foi com atenção especial! Atenção especial porque?




Íamos nós todos contentes pelo caminho quando encontramos um grupo de turistas, um dos guias madeirense (e super simpático) meteu logo conversa connosco, depois de lhe explicarmos o nosso objectivo ele diz, mas o táxi são uns 70 euros! :O caiu-nos tudo… nem sequer tínhamos esse dinheiro connosco! Também podem apanhar um autocarro diz ele, vão até ao Funchal, mas ainda tem de arranjar maneira depois de ir ao Areeiro buscar o carro, ou então perguntam de passa no Poisio… se sim saem aí e depois andam uns 3 km até ao Areeiro. OMG, andar mais? (sim a Vereda da Ilha tira a uma pessoa a vontade de dar mais um passo que seja!). Ok, ok mas se o táxi são 70 euros mais vale o autocarro! Ah mas o ultimo é as 17h30, não se se chegam lá a tempo… Mas e agora!? 

O guia diz, ah tenho um amigo que é taxista, vou-lhe perguntar quanto faz! Ele liga e ouvimos, ai e tal tenho aqui dois amigos, qual o preço? Mas sem piscinas! Ele olha pra nós e diz ele faz 40 euros… é caro, mas depois de nos dizerem 70… 40 parece quase uma borla! :p

Daqui tiramos uma lição importante, quando perguntarem a um taxista quanto leva para um trajecto digam, mas sem piscina e pisquem o olho ;) eles vão achar que vocês dominam a coisa!

Entretanto numa paragem o guia pergunta ao que ia à frente, que era taxista, quando ele levava para o mesmo percurso, ele diz 50… ok 40 é perfeito!

Chegados à Ilha, vemos o “nosso” autocarro ao longe… hora de ligar para o táxi!

Esperamos cerca de meia hora e aparece o nosso táxi (carrinha), um senhor super simpatico pergunta, são só vocês? Yep só nós os dois… ele deve ter tido pena de nós, de perceber que aqueles 40 euros eram suportados apenas por 2 pessoas, porque explica… o meu amigo disse-me que vocês estavam em Sanatana, de lá são 40 euros, mas daqui são 50… mas não importa, fica os 40. Apesar de estar a fazer o serviço abaixo do preço que costuma cobrar o taxista foi super simpático, foi fazendo de guia turístico, até parou em alguns sítios para vermos melhor e deu uma data de dicas de sítios e restaurantes onde ir… no final tentámos dar um pouco mais de 40 euros (pela simpatia) mas ele não aceitou!

Conclusão: esta caminhada (Vereda Areeiro – Pico Ruivo) é um must do na Madeira, mas no final não se ponham em aventuras e simplesmente voltem para trás pelo mesmo caminho!

Eh lá este post já está grande! As próximas caminhadas ficam para outro dia!

Boas veganices!
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