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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Papar fora: Ethos (Bangkok)

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Tínhamos feito a viagem de avião mais comprida da nossa vida, estávamos praticamente de directa, tínhamos lutado contra o sistemas de autocarros de BKK e vencido, passado umas 3 vezes à frente do nosso alojamento enquanto o procurávamos sem perceber onde ele estava escondido e já a pensarmos que seria algo magico com a plataforma 9 3/4 do Harry Potter...

Estávamos cansados e com fome (até porque devido a uma greve e mudança de avião não houve comida vegan para mim!)... mas onde ir comer agora? Não nos apetecia ir para longe, apenas comer algo dar uma volta e ir dormir... mas onde vou buscar comida vegan?

Fácil, mas tão fácil, mesmo ao lado do nosso alojamento, tal e qual oasis: Ethos

Restaurante de comida vegetariana e vegana! Uauuuu e com um ambiente super fantástico, nem vale a pena procurar mais, vamos lá!

O restaurante funciona a meia luz e com opção de ficar numa mesa "normal" ou ficar numa mesa baixa sentados em almofadas, claro que optámos por esta ultima!

sim a foto é péssima mas é só o que temos :)
Em relação à comidinha....



Não me perguntem exactamente o que era porque já não me lembro :p mas... o batido deve ser de manga, o prato de baixo um tipo pad thai com amendoim moído e o de cima um agridoce com cogumelos e vegetais!

Para acabar a refeição provámos logo a sobremesa que deverá ser a mais típica da Tailândia: sticky rice doce com manga!


Um para dois chega perfeitamente, que isto é uma sobremesa que mais parece refeição! Basicamente é um tipo do nosso arroz doce, mas com a textura mais pegajosa (lá está sticky), feito com leite de côco e com a manga a fazer a vez da canela como extra.

Ao todo pagámos 665 baths (cerca de 17 euros) por dois batidos, 2 pratos e 1 sobremesa, não é o melhor restaurante vegan de BKK, mas é um bom restaurante e tem muitas opções, incluindo de pequeno almoço e lanche (papas de aveia, crepes e afins)!

Boas veganices!

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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Onde ficar em Bangkok?

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Começo por dizer que somos claramente mochileiros, que é como quem diz viajamos na modalidade low cost :) logo para quem tiver bolsos mais fundos e recheados que os nossos deverá haver muitas mais localizações fantásticas!

Enquanto tivemos em Bangkok ficámos em três localizações diferentes:

1) perto de china town - optámos por ficar aqui por ser mesmo ao lado da estação de comboios Hua Lamphong, que utilizámos para um dia viajar até Ayutthaya e no dia seguinte para ir para Chiang Mai.

Apesar da localização estratégica perto da estação não gostámos nada desta localização, se já foram a Londres e a vossa ideia de China Town é essa, esqueçam! Em Bangkok China Town é a parte mais velha da cidade, em que a comunidade chinesa vive e trabalha; durante o dia pode ser muito giro andar por lá, mas à noite as ruas ficam vazias e foi a única vez que não nos sentimos seguros durante esta viagem.

2) perto de Kao San Road, do lado contrário ao rio - ficámos no At Home Guest House - adorámos ficar aqui e tínhamos um restaurante vegetariano/vegano mesmo ao lado do alojamento e outro a menos de 500 metros.

Além disso é perto da estação de barcos Phra Arthit (a artrites para os amigos hihihi), o que dá um jeitão, porque esta área só é servida por autocarros, que apesar de serem um transporte divertido estão sujeitos ao transito e parecem estar sempre atrasados. Os barcos por sua vez são certinhos, param perto das maiores atracções e interceptam o BST em algumas das paragens.  Para ir para a estação de Hua Lamphong também é fácil, basta saírem em Marine Department e andarem cerca de 1,2 km até à estação.

Os barcos operam só até às 18h, por isso à noite restava-nos apanhar um autocarro, o que nesta localização também é facílimo porque fica a poucos metros de uma paragem principal, daquelas com ajuda ;) dali seguíamos para o destino ou usávamos simplesmente como meio para chegar ao BST. Para chegarem à estação de Hua Lamphong podem apanhar o autocarro 35 ou o 507.



3) perto de Kao San Road, mas do lado do rio, perto de Rambuttri - para nós esta localização é perfeita, fica perto da animação nocturna e ainda mais perto da estação fluvial que a anterior. Se é uma localização boa para apanhar autocarros ou não já não sei dizer que só ficámos aqui na ultima noite antes de voltar a Portugal.

Resumindo e concluindo, gravitar perto de Kao San Road parece-me ideal, mesmo para quem não é baladeiro

Boas veganices!

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Chegada a Bangkok

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A maioria dos voos internacionais aterra no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, sair daí para o centro da Bangkok é facílimo, basta apanhar o comboio (airport rail link), onde existem 2 opções a city line e a express, claro que a segunda é bem mais cara, 150 baths por pessoa, na city line pagámos 45 baths cada um para ir até à ultima estação que é Phaya Thai (cerca de 30 minutos)!

Em Phaya Thai apanhámos o BST (um tipo de metro de superfície) para Victory Monument e daqui finalmente um autocarro para Kao San Road.

Existe sempre a hipótese de apanharem um táxi e pronto, neste caso é optarem por um com contador e o preço será o que der no registo, mais 50 baths de taxa de aeroporto e contem ainda com mais 50 baths da portagem. (nós usámos o taxi uma vez e para uma viagem de uns 25 km e deu cerca 312 baths), por isso acredito que esta opção nunca vos ultrapasse os 500 baths já com taxa de aeroporto e portagem.

Mas... eu acho que vale a pena irem de transportes, andar de autocarro em Bangkok é uma experiência super gira e em Victory Monument estão lá pessoas que vos vão ajudar! Sim esta paragem tem apoio, estão lá pessoas cujo o trabalho parece ser mandar parar autocarros (o que nem sempre é simples por lá...) e ajudar a pessoas a apanharem os autocarros certos!




Nos autocarros os bilhetes compram-se lá dentro e não é ao motorista, por isso entrem e sentem-se que a seguir vão ter com vocês para pagarem o bilhete.

No BST os bilhetes são comprados nas máquinas e a tarifa depende do percurso. Existem dois tipos de máquinas, as que basta seleccionarem a paragem de destino (idênticas às nossas) e a mais comum que é esta:



Nesta maquinas escolhemos o valor do bilhete que queremos comprar, de acordo com o diagrama, por exemplo neste caso se queremos ir para Asok o preço é 20 baths (valor dentro do circulo que está ao lado do nome da estação), logo na maquina vamos seleccionar o preço que pretendemos e pronto! Estas maquinas só aceitam moedas, mas sem desesperos, se só tiverem notas é só irem à bilheteira que eles trocam por moedas! (sim trocam por moedas, não vos vendem o bilhete, trocam notas por moedas :p).

Se não estão alojados perto de Kao San Road (mas porquê???) basta consultarem o diagrama de transportes (nós levamos este impresso e deu um jeitão), que é super simples e fácil de usar.



Mas porque optar por transportes quando o taxi nem é assim tão caro? Bem, pela mesma razão que algumas pessoas quando chegam à piscina vão se molhando gradualmente e outras se atiram, eu sou das que se atira! O choque cultural é fantástico e magico, sentir os cheiros da cidade (nem sempre bons!), apanhar transportes, mover-se onde os locais de movem e fugir ao roteiro turístico é o melhor de uma viagem e para mim a única maneira de sentir um país ou um povo é atirar-me de cabeça para o meio da confusão, só assim nos podemos de facto apaixonar!

Mas afinal onde ficar em Bangkok? Isso chega já no próximo post!

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

a Meia-Leca voltou! mas de onde?

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Sim estou de volta :D depois de 2 semanas fantásticas na Tailândia e ainda com algum jet lag em cima VOLTEI!!!!

A viagem foi incrível... mas será que um vegan se safa por lá?

Hum... não sei não... nos próximos posts vou contar-vos tudo acerca do que comi por lá e ainda algumas dicas de coisas que ADOREI!

Aguardem que eu volto!

Boas veganices!
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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Trip to Madeira - pontos altos! (inclui onde estacionar no Funchal)

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Não esqueci esta parte! :D 

A Madeira encheu-nos os olhos desde que aterrámos e quando começámos a subir e mergulhar (é possível mergulhar em subida? :p)naquela vegetação sabíamos que tínhamos escolhido o sitio certo para as nossas férias! (sim que na Madeira tanto se mergulha no mar como na vegetação!)



Mas vamos lá... pontos altos!

1. Restaurante Olives, que já falei aqui!


3. Prainha - praia muito muito fixolas perto da Ponta de São Lourenço! A água é tranquila e limpida e ainda tem rochas bem posicionadas para saltos... é mesmo um paraíso!

4. Piscinas naturais do Porto-Moniz - são lindas e nadar ali mesmo ao lado do mar revolto e rodeado de rochas é uma experiência surreal! Estão abertas todo o ano e apesar de no dia que lá fomos o tempo estar cinzento e com chuviscos nós não resistimos e aconselho a que também não resistas! Foi daqueles momentos mágicos que valeu super a pena!

5. Teleférico das Achadas da Cruz - este sim vale a pena, quando aquilo arranca e olhamos para baixo uouuuuuu! Lá em baixo não há muito para ver é apenas uma zona utilizada pelos habitantes para agricultura, mas vale a pena aproveitar para te perderes no labirinto de pequenas casinhas que os agricultores ali tem!



6. Teleférico do Garajau - fica mesmo ao lado da estátua do Cristo Rei (sim também lá há disso!) e basicamente vai ter a uma pequena enseada com uma escola de mergulho e o bar O Mero (que também já falei aqui)! É de aproveitar uma visita ao bar, que na altura dos Santos organiza festas à noite e que deve ser fantástico mas que infelizmente não apanhámos e para os mais corajosos... olhem bem para a rocha do lado esquerdo... existe um varandim (na falta de melhor palavra) e um aviso de perigo... parece que tá a chamar! Nós não fomos até ao fim porque os sapatos do Droski escorregavam bastante e o mar parecia estar a subir e tivemos receio de ficar com o caminho tapado (além disso aquilo tava bravooo), mas que ficou a vontade de percorrer aquilo tudo... ficou!

7. Passeio na Caravela Santa Maria - foi o nosso ultimo dia e não estava planeado, mas valeu super a pena, o barco é lindo, o passeio é lindo, os golfinhos são lindos (naquele dia não paravam de aparecer e há uma magia especial em ver um animal assim em liberdade a cruzar o oceano... é lindo! e gostava que todos vissem para depois perceberem bem a diferença entre estes e os que ficaram prisioneiros de humanos em parques, condenados por toda a vida a fazer pequenos truques, tal qual bobos apenas para nosso entretém). E quando chega ao Cabo Girão (destino da viagem) todos tem a hipótese de saltar borda fora e mais uma vez, pode estar um bocadinho de frio, ou enublado ou a chuviscar... mas saltem :D levem agasalho para depois mas não deixam de saltar! Mais um momento mágico! Ah e o barco ainda tem um amiguinho especial! Cãozinho sortudo que anda sempre com o dono! Menos sortudo é o papagaio que para aparecer apenas durante os 10 minutos que dura o embarque vive acorrentado... não promovam isto, não tirem fotos com ele... vamos mostrar que não damos valor a ter ali o papagaio... não salvamos este, mas quem saiba não venha outro a seguir!



8. Jardim Tropical Monte Palace - é lindo e acho que vale muito a pena a visita até porque logo ali ao lado temos...



9. Carreiros do Monte - sim, sim é isso mesmo, aqueles cestos tradicionais guiados por dois srs. que vão descendo as ruas a uma velocidade respeitosa! Não há muito a dizer... é giro, é mesmo giro e quando acaba dá pena! Não é tão assustador quanto parece mas garante certamente um sorriso na cara de todos durante a descida! Adorámos e se voltarmos à Madeira repetimos!

será possível ter pior aspecto? :p

10. Vereda dos balcões - não a considerei uma caminhada porque... bem são 3 km super fáceis que se fazem num pulinho e o importante mesmo é o Grand Finale! Para mim está mais na secção dos miradouros... e dos bons!




Agora por ultimo chegou o truque... precisas de estacionar no Funchal... os horários dos parques não são compatíveis com as tuas necessidades ou com a tua carteira... desesperas... o que fazer: Beco do Gerardo é a resposta! Da semana que lá ficámos apenas 1 vez não conseguimos lá lugar, nos restantes dias foi a nossa salvação (indicado por um local!)! Está bastante perto do centro do Funchal e mesmo ao lado do Hotel que ficámos (Sirius), mesmo quando chegávamos tarde nunca nos sentimos minimamente inseguros ali, por isso, forçaaaa!



Claro que a Madeira tem muitoooo mais e muito ainda ficou por descobrir... mas estas são apenas algumas das coisas que fizemos e gostámos muitoooo! Aconselho a partirem à procura de mais coisas fantásticas naquela ilha de sonho e depois partilhem que é para eu arranjar desculpas para voltar!

Boas veganices!

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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Papar fora: ser vegan na Madeira III

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7. Xapa Grill 2 (olha freguês que é barato e gostoso...)

Este menino fica perto das Grutas de São Vicente e só posso dizer que não vão ter qualquer problema em comer aqui! Funciona em regime buffet e por menos de 6 euros podes comer tudo o que conseguires! Para nós, vegans, tinham batata doce, favas, feijão, grão, milho, arroz, batata assada, batata frita, pão, azeitonas e saladas diversas! Não tenho queixas, óptima relação qualidade/preço.

tão simples... tão bom!

8. Gigi sumos (saudável, simples e barato)

Não sendo o ideal para um jantar é perfeito para um almoço rápido no Funchal, tem sumos naturais, wraps, tostas… tudo com opções vegan! Além disso é barato! Penso que o menu que pedi wrap + bebida foi 6,5€. 

Quanto à localização fica perto das paragens de partida dos autocarros, por isso foi mesmo perfeito para o nosso último dia!





9. Taberna do petisco (melhores batatas fritas do mundo!)

Ultimo dia na Madeira… manhã passada numa viagem de barco (contarei mais à frente!), almoço na GIGI (acima)… tarde na piscina… e quase quase na hora de ir para o aeroporto surge a ideia de fazer uma despedida bem gostosa!

Mandámos vir bolo do caco com azeite… o sr. pergunta “quer o nosso azeite especial?” Ai claro que quero que já chega de azeite Galo! Para acompanhar umas batatinhas fritas!

Chega tudo, que maravilha de azeite, super bem condimentado! E as batatas? Opah as batatas! As melhores batatas fritas que já comi na vida! Vinham com alho e com ervinhas e eram de comer e chorar por mais… ainda bem que fizemos esta paragem! (estava tão bom que nem nos lembrámos de tirar foto!)

Depois mais perfeito ainda… dá para ir a pé para ao aeroporto! Juro! Dá mesmo! E que melhor maneira de deixar a Madeira que caminhando? :D

Está a melhorar não é? Mas não fica por aqui!

Boas veganices!

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Papar fora: ser vegan na Madeira II

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4. Restaurante Lugar de Baixo (onde somos tratados que nem Reis! que simpatia!)

Era dia de jogo de Portugal, estava a chegar a hora e nós perdidos pela Madeira à procura de um restaurante simpático que desse o jogo e tivesse algo para eu comer… aaaaiiii que o jogo começa e nós aqui às voltas na montanha sem ver um café que seja!

Felizmente, tal oásis apareceu na forma deste este menino… tinha tv, tinha pizzas, estávamos safos!

Havia pouca gente e por isso pudemos os dois ficar mesmo de frente para a televisão! Começámos com o bolo do caco com azeite do costume e seguiram duas megas pizzas (um exagerooooo, não conseguimos comer tudo porque a massa não era tão fina assim, mas arranjaram caixinhas para levarmos os restos), que estavam bastante boas! Os empregados eram mega simpáticos e no final, talvez para compensar a tristeza de Portugal não ter ganho, deram-nos dois copos de licor a cada um! O preço foi super adequado, já que pedimos pizza que daria facilmente para uma família de 4!



5. Restaurante praia dos Reis Magos (restaurante turístico com opções veggie) e O Mero (cena tropical)

Fomos ter a este restaurante absolutamente por acaso… era o nosso penúltimo dia na Madeira e tínhamos marcado fazer coastering, mas o tempo esteve contra nós e as condições não permitiram tal aventura, como já não tínhamos carro e ficar parados estava fora de questão, fomos à aventura de autocarro, sem saber bem para onde… começámos com uma paragem em Garajau com direito a passeio de teleférico e bebida fantástica (O Mero) – também há lá um Cristo Rei, mas não lhe achámos grande piada!



 Depois desta bebida com gosto a tropical voltámos a apanhar um autocarro e acabámos por sair na Praia dos Reis Magos… onde demos com o restaurante! A vista para o mar era óptima e tinha alguns pratos vegetarianos!!! Optei por uma massa com legumes, que originalmente levava natas e queijo, mas foi só pedir para tirar e não houve problema nenhum, veio antes salteada com azeite!





6. Chico Restaurante (esquecivel)

Restaurante simpático e acolhedor, comi arroz, milho frito, batata frita e salada. É bom para desenrascar mas não marca, tanto que quando vi a lista de restaurantes para fazer este post já não me lembrava de ter lá ido!


Calma, muita calma que isto ainda vai melhorar :D

Boas veganices!

ser vegan na Madeira I
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terça-feira, 26 de julho de 2016

Papar fora: ser vegan na Madeira I

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Hum… por um lado há barraquinhas de fruta super gostosa por todo o lado, o que é óptimo!

Por outro lado… nem só de fruta vive um vegan (pelo menos eu não!)… e sabe tão bem no final do dia ir comer a um restaurante bonito!!! E isso sim… já não é tão fácil assim! Mas não é impossível! Vamos lá!

1. O Viola (restaurante ideal para um vegan se sentir violado)



Sitio muito giro, com as mesas dentro de um tipo de “gaiolitas”, que fazem parecer que temos ali um espacinho só para nós! 

Depois o senhor chega e pergunta, então vai ser espetadas ou costeleta? (ou algo assim) hum… o Droski pergunta “e peixe?” – não isso não temos, mas também pode ser frango assado… OMG onde estou eu? Arroz pode ser? Não, não pode… a sério? 
Basicamente só existem dois método de cozinha: ou bem que se grelha ou bem que se frita por isso… sai salada, batata frita e milho frito para dois! A cara do senhor a este pedido… impagável… já a conta a roçar os 20 euros foi um rouboooo daqueles! Por isso vegans deste mundo não ponham aqui os pés! (entretanto percebi que a “gaiola” servia basicamente para pendurar as espetadas lá do cimo… nojooooo!)



2. Abrigo do Pastor (também abrigava outras surpresas inesperadas)


Ok, ok logo pelo nome já me está a perder, mas supostamente é um dos melhores restaurantes da Madeira e o Droski queria muito experimentar, por isso lá fomos nós…

Leio a ementa e penso “ isto até vai correr bem!”, peço bolo do caco com azeite em vez de manteiga, arroz com feijão, batatas salteadas e legumes cozidos! Que maravilha, que banquete!

Chega tudo, que óptimo aspecto! Espera, espera… o que são estes bocaditos castanhos nas batatas? E o feijão? Parece que tem ali qualquer coisa! Bacon! Bacon, aaaahhh, tudo tem bacon!



Falei com a sra. que nos estava a atender, que começa por dizer, ah as batatas não tem carne, é bacon… (isto fez-me lembrar um episódio na Turquia em que um sr. Me explicava que um prato era vegetariano, que não tinha carne, era só galinha…). Depois de bem explicado lá veio uma batata sem bacon, já o feijão teve mesmo que ir para trás sem substituição possível, porque a mistura com carne já estava feita! Conclusão… certifiquem-se com os funcionários que os acompanhamentos que estão a pedir não vão ser feitos com bacons e afins! Mas que estava tudo bom… estava! Ah e salada de frutas! É um must neste restaurante, não se atrevam a sair de lá sem comer! :D


3. Sol Poente (bom para relaxar, fazer planos ou mesmo recordar os dias que já passaram)

Só lá fomos comer um gelado (o Droski), mas pareceu um sítio fantástico para se jantar e ver o por do sol! 

Mas ainda faltam muitos mais sítios (os melhores)! Já volto!

Boas veganices!

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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Trip to Madeira - caminhadas III

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Chegou o dia de fazer a caminhada da Vereda da Ponta de São Lourenço, diziam maravilhas daquele percurso, no entanto quando lá chegámos tudo o que víamos era um caminho desértico e serpenteante sem fim que dava a todos o os que o percorriam o ar de peregrinos, como se tivessemos a assistir a uma cena bíblica! 

Bem vamos lá, que o percurso é pequeno (4 km + 4km) e num instante fazemos isto!











Em alguns pontos apanhámos bastante vento e o percurso era estreito (uma vereda lá está!), logo fomos avançando meio dobrados e tentando ficar longe da beira… mais uma vez senti que cruzava um deserto, qual cena bíblica, atrás de Maomé (talvez as referencias não sejam muito exactas, mas não é um assunto que perceba muito e foi isso que senti :p).

Mas a paisagem começou cada vez mais a valer a pena, as escarpas para o mar eram lindas e mesmo a rudeza do caminho começa a encantar, passámos pelo caminho para uma pequena praia e tomámos nota mental de lá ir quando voltássemos! 



O caminho foi passando… até chegar ao parque de diversões, de repente e quase na ponta aparece uma casinha rodeada de palmeiras, tal oásis, com casa de banho (1 euro!), mesas para comer, pequena zona para acampar, zona de observação de aves, uma prainha de água transparente e claro… a subida mesmo até ao final da ponta (tinha que ser mais um pequeno pico…)!


Primeiro sentámos-nos a comer fruta e apreciar a paisagem, com pessoas espalhadas por toda a área (é uma coisa surreal meso… a seguir atacámos a subida! Muito mais fácil do que parecia e lá em cima a sensação é óptima e com dezenas de lagartos giros! Já a descida, raios que aquilo escorrega!

Depois estava na hora de um banho! Ai que coisa maravilhosa, a temperatura estava óptima, o mar tranquilo e água super transparente! Parecia um paraíso na terra! Estávamos ali rodeados de terra tão seca, toda a paisagem castanha e nós a boiar na água translucida com o sol a bater no rosto… impagável! (atenção a praia é de pedra por isso levar calçado que possam levar para dentro de água é óptima ideia, caso contrário a entrada neste paraíso vai doer!)

Seguimos depois o caminho de volta, a sentir que estávamos leves de corpo e alma… talvez por isso tenha parecido tão rápido o regresso, mas não sei antes uma paragem na tal praia! Onde voltámos a comer e arriscámos mais um mergulho! Esta praia tinha uma particularidade gira, estava cheia de seixos colocados, por vezes com grande perícia, nas paredes da rocha que a circunda! Claro que também pusemos uma! 



Quando voltámos ao carro estávamos com o bichinho da praia por isso decidimos terminar o dia com uma grande road trip das praias! (sim esta caminhada de 8 km acabou por nos ocupar grande parte do dia! e valeu a pena!) :D l

Lgo ali ao pé da ponta de S. Lourenço encontrámos a “prainha”! O nome não engana, é uma pequena praia, com água fantástica e com um spot porreiro para dar pulos para a água, aconselho muito!

Em Machico fomos à Praia da Banda d'Além uma praia artificial de areia branca, a praia é óptima e tem uma plataforma para saltar para água (muito comum na Madeira), mas a areia branca na Madeira soa a estranho!

E ainda demos um pulo à Praia das Palmeiras, aqui não chegámos a tomar banho porque a água não estava nada apetitosa e a piscina na altura estava vazia, dois dias depois quando voltámos a passar por lá já estava a bombar. :D

Depois disto estávamos pronto para um banho (desta vez na banheira) e um belo jantar!

Boas veganices!
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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Trip to Madeira - caminhadas II

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Continuando a nossa viajem pelas caminhadas... vamos a uma das levadas mais famosas da Madeira!


2. A levada do Caldeirão Verde



Sim, uma das levadas onde turistas já morreram!

A excitação era mais que muita, será assim tão perigoso?

Esperavam-nos 6,5 km (+6,5 de volta, percurso linear claroooo)... ah não na verdade foi mais porque o nosso GPS passou-se e não conseguimos encontrar o inicio do percurso :/ logo iniciámos no "Um caminho real para todos", que é um percurso linear de 1 km que foi concebido para ser percorrido por pessoas com dificuldades motoras.

"Um caminho real para todos" é bastante bonito e aconselho a todos os que não possam aventurar-se em caminhadas mais longas e técnicas, no entanto para quem vai fazer o Caldeirão Verde acho que não há ganho nestes 2 km extra (ida e volta!).





Esta caminhada é muito boa mesma e vale super a pena, mas de facto é preciso ter cuidados porque o perigo está lá. Em alguns troços vão encontrar apenas um parapeito para andarem, com a levada de um lado e um "precipício" no outro, mas a maioria das vezes existe umas cordinhas a fazer de parapeito! :D Óbvio que a paisagem é uauuu!

O pior é quando apanhas outros caminhantes... quando apanhámos os primeiros em sentido contrário pensámos ai ai que já fomos, felizmente aprendemos o truque ;), por outro lado quando apanhamos no mesmo sentido mas com velocidade diferente... ai que chatice!!



Ah o truque? querem saber qual é? já nem me lembrava disso! O:) Fácil, fácil, é colocar os pés na beira do caminho (do lado da levada) e encostarem-se à montanha, ficam assim inclinados (\) completamente apoiados e seguros, na pior das hipóteses caiem para dentro do canal da levada, enquanto os outros passam do lado em que cair doí!

Na falta de uma fotografia passemos ao momento mais embaraçoso alguma vez sucedido neste blog...




Agora que passámos por isto espero ter mantido alguma dignidade, dignidade!!! onde estás tu? voltaaaa!

Para dar um toque extra também vão havendo túneis ao longo do caminho (cuidado com as cabeçaaaas!)!



No final sentimos que a caminhada valeu a pena quando nos deparamos com aquela cascata enorme, que infelizmente não tenho fotos :p mas ficam as da lagoa! O único senão é o mesmo que encontrei em todas as caminhadas na Madeira, excesso de pessoas! Fica a faltar o sentimento que és um privilegiado por ver aquilo, não sei explicar, mas há um refreio no entusiasmo pelo facto de haver tanta gente lá... perde um pouco a magia, mas não deixa de ser lindo!


O caminho de volta foi feito em metade do tempo e já nem pareceu tão complicado! O melhor é que ainda fiz um amiguinho!!!

coisa má linda!
Opah já está grande outra vez... mais caminhadas na Madeira brevemente!

Boas veganices!

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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Trip to Madeira – caminhadas I

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Ir à Madeira significa para grande parte das pessoas fazer algumas caminhadas, não fossem as levadas tão famosas!

Então? São assim tãoooo boas? Já lá vamos, mas primeiro o que não é nadica bom… as caminhadas são todas (pelo menos as mais conhecidas) lineares! Uma caminhada linear é sempre chato mas ainda mais quando estás de férias e queres aproveitar todos os momentos e depois te vês obrigado a desperdiçar 3 horas a repetir o mesmo percurso…

Mas vamos lá às caminhadas que fizemos…

1. Vereda do Areeiro – Pico Ruivo (PR 1)



Inicio no Pico do Areeiro


São muito provavelmente os 5,6 km mais fantásticos que já fiz na minha vida! A sério, se só puderem fazer uma caminhada na Madeira, esta é a menina a ter em consideração! Começa com um caminho digno do feiticeiro de Oz que já te começa a fazer sentir que estás num mundo à parte e desde aí o tempo é todo passado em uauuuu! Preparem-se para demorar bastante mais tempo do que o que seria razoável para esta distância, porque vão estar sempre a parar e olhar em volta (alias só tem piada assim!).


A caminhada em si é bastante simples (não para quem sofra de vertigens ou claustrofobia :p), basta seguir o caminho construído, sem grande declive… exceptuando quando chegam às escadas sem fim :O (vão saber quando lá chegarem…) aquilo cansa, mas não desesperem as escadas acabam e tudo terá valido a pena! Não se esqueçam de levar lanterna porque vão ter a oportunidade de passar literalmente dentro das montanhas!




Vão chegar a um ponto em que encontram um pequeno descampado ao lado do percurso, não faço ideia a que km, mas vão dar por ela porque há muita gente a parar ali para comer algo ou apenas para se sentar um pouco e apreciar a paisagem, o meu conselho é aproveitem! Dali a pouco tempo terão as escadas (as tais), por isso sentem-se, relaxem, apreciem a vista e comam uma frutinha boa (ai tanta cereja comemos nós ali)!


No Pico Ruivo vão mesmo até à ponta, tem lá um cubo de cimento (construção? Sei lá o que é aquilo :)), que apesar de não ser o ponto mais alto permite que te sentes e almoces com uma vista privilegiada da fila da frente, sem estares sempre a ver passar outros caminhantes à frente! (não, numa caminhada na Madeira nunca serás o único…). Nós almoçámos cada um uma lata de feijão, pão e fruta!

Pico Ruivo

Depois a melhor hipótese é voltar para trás até ao carro! 

sempre a descer...

Nós infelizmente não fizemos isso, ai que repetir o caminho é chato… então seguimos a Vereda da Ilha (PR1.1), o plano era ir até freguesia da Ilha e daí apanhar um táxi de volta para o nosso carro. Péssima ideia! Primeiro a Vereda da Ilha são 8,2 km em que desces cerca de 1.367m de altitude, logo os teus joelhos vão adorar (ai ai)! Depois não tem nada que se diga uau valeu super a pena ter quinado as minhas pernas e saber que vou ter dores no dia a seguir. E por último pagámos 40 euros pelo táxi de volta até ao carro! Yep! 40 euros, e mesmo assim foi com atenção especial! Atenção especial porque?




Íamos nós todos contentes pelo caminho quando encontramos um grupo de turistas, um dos guias madeirense (e super simpático) meteu logo conversa connosco, depois de lhe explicarmos o nosso objectivo ele diz, mas o táxi são uns 70 euros! :O caiu-nos tudo… nem sequer tínhamos esse dinheiro connosco! Também podem apanhar um autocarro diz ele, vão até ao Funchal, mas ainda tem de arranjar maneira depois de ir ao Areeiro buscar o carro, ou então perguntam de passa no Poisio… se sim saem aí e depois andam uns 3 km até ao Areeiro. OMG, andar mais? (sim a Vereda da Ilha tira a uma pessoa a vontade de dar mais um passo que seja!). Ok, ok mas se o táxi são 70 euros mais vale o autocarro! Ah mas o ultimo é as 17h30, não se se chegam lá a tempo… Mas e agora!? 

O guia diz, ah tenho um amigo que é taxista, vou-lhe perguntar quanto faz! Ele liga e ouvimos, ai e tal tenho aqui dois amigos, qual o preço? Mas sem piscinas! Ele olha pra nós e diz ele faz 40 euros… é caro, mas depois de nos dizerem 70… 40 parece quase uma borla! :p

Daqui tiramos uma lição importante, quando perguntarem a um taxista quanto leva para um trajecto digam, mas sem piscina e pisquem o olho ;) eles vão achar que vocês dominam a coisa!

Entretanto numa paragem o guia pergunta ao que ia à frente, que era taxista, quando ele levava para o mesmo percurso, ele diz 50… ok 40 é perfeito!

Chegados à Ilha, vemos o “nosso” autocarro ao longe… hora de ligar para o táxi!

Esperamos cerca de meia hora e aparece o nosso táxi (carrinha), um senhor super simpatico pergunta, são só vocês? Yep só nós os dois… ele deve ter tido pena de nós, de perceber que aqueles 40 euros eram suportados apenas por 2 pessoas, porque explica… o meu amigo disse-me que vocês estavam em Sanatana, de lá são 40 euros, mas daqui são 50… mas não importa, fica os 40. Apesar de estar a fazer o serviço abaixo do preço que costuma cobrar o taxista foi super simpático, foi fazendo de guia turístico, até parou em alguns sítios para vermos melhor e deu uma data de dicas de sítios e restaurantes onde ir… no final tentámos dar um pouco mais de 40 euros (pela simpatia) mas ele não aceitou!

Conclusão: esta caminhada (Vereda Areeiro – Pico Ruivo) é um must do na Madeira, mas no final não se ponham em aventuras e simplesmente voltem para trás pelo mesmo caminho!

Eh lá este post já está grande! As próximas caminhadas ficam para outro dia!

Boas veganices!
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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Trip to Madeira - alugar um carro

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Quando decidimos ir à Madeira já estávamos mentalizados que alugar um carro era praticamente obrigatório (tal e qual como nos Açores), por isso e já com o avião marcado começámos a busca pelo carrito perfeito para nós!

O melhor preço que encontrámos foi na GoldCar através do site Rentalcars.com, optámos pelo mais barato (odeio gente pobre! - tal e qual Caco Antibes :p) e com medo das dificuldades inerentes ao percurso montanhoso fizemos o seguro extra que custou 62,52€ (pela primeira vez na vida devo dizer!).  

Acabadinhos de aterrar no aeroporto do Funchal e ainda sem ter sentido o cheiro à terra paramos no balcão da GoldCar...

1) o nosso carro era um 1.0, se queríamos subir montanhas talvez não fosse boa ideia (alguém vai à Madeira e não quer subir montanhas? :O), ok ok faz sentido vai o upgrade para 1.6 - uau que grande salto!!! Mas eram só mais 37 euros por isso bora lá! (e sim valeu muito muito a pena que aquilo tem subidas que parece que vamos cair para trás e como era a diesel e super económico acho que na verdade acabámos por poupar dinheiro com este upgrade, em 6 dias com o carro gastámos cerca de 52 € de gasóleo, bem bom!)

2) tem de deixar franquia de 76€ relativo ao valor do combustível, mas não se preocupe, desde que ateste o valor é integralmente devolvido... ok ok vamos lá!

3) ah quer fazer seguro? não, não já tenho seguro! ah mas esse não é nosso! mas não chega? se não fizer seguro connosco tem de deixar franquia. ok... e quanto é? 1.100€ ausência de resposta e sinto que por dentro me estou a rir à gargalhada ao mesmo tempo sinto o vácuo no meu cérebro... voltando a mim... e o seguro é quanto? 110 € tem noção que pouca gente tem 1.100 euros para deixar correcto? pois, pois é mesmo melhor fazer o seguro, temos muitos acidentes e depois tem o risco de ficar sem esse valor (mas qual valor menina? não posso ficar sem o que não tenho, aaahhh o meu cerebro já voltou a ter pensamentos!) então e o seguro que já fiz? ah isso não tem problema é só ligar para o numero que lhe vou dar e diz que contratou connosco e eles devolvem o dinheiro. ok, ok, venha o seguro e lá vão mais 110 euros!

Ainda sem sequer ver o mar já tinha menos 223 euros na carteira! (já alugámos carro nos Açores em várias ilhas e diferentes companhias e na Turquia e nunca mas nunca tínhamos deixado franquia de gasolina e muito menos nos tinham obrigado a fazer um seguro sobre pena de ficarem com todo o nosso dinheiro!).


Dito isto não tenho qualquer reclamação da Rentalcars,  foram super prestáveis ao telefone, aceitaram como prova do seguro com a GoldCar uma fotografia do contracto tirada com  o telemóvel e uns 3 dias depois já tinha o dinheiro de volta!

Resumindo, escolham um carro com cilindrada suficiente para as rampas de lançamento que vão encontrar e procurem bem na letras pequeninas estas informações todas para irem preparados!

Boas veganices!
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