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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Papar fora: My Veggie Home (Bangkok)

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Ali mesmo no meio da cidade de Bangkok, e de forma completamente inesperada... a Meia-Leca Veggie encontrou a sua Veggie Home!!! E fui tãooooo feliz lá! :D

Não costumo repetir restaurantes quando estou de férias, afinal estou ali é para desbravar terreno desconhecido, maaaaas... a este não resisti e no ultimo dia em Bangkok, na derradeira despedida da Tailândia, foi para lá que voltei, e que voltaria vezes sem conta assim fosse uma bequinha mais perto!

É 100% vegan e basicamente é isto...


Do que me lembro a primeira imagem eram rolinhos de "bacon" recheados com cogumelos, a segunda espetadas de "galinha" frita, terceira "pato" com molho teriyaki e a ultima era uma misturada asian style que não me lembro o nome. Tudo óptimo! Especial destaque para o "pato", que sempre foi um favorito meu quando era carnista e que me soube pela vida esta imitação!

Restaurante brutal a que eu levaria qualquer carnista sem medos! Fica o aviso que os pratos que imitam "carne" imitam mesmo, o "pato" por exemplo até parecia que se sentia a pele estaladiça! E o "bacon"... mesmo bacon. Por isso a quem fizer confusão a textura/sabor da carne... fujam desse tipo de pratos neste restaurante, porque as imitações são TOP (demais!).

Alias se não me engano no menu deles diz mesmo: Vegan restaurant for meat lovers! (restaurante vegan para quem adora carne)

Para quem a parecença com carne não incomodar... preparem-se porque este será provavelmente o melhor, ou pelo menos um dos melhores restaurantes vegan que vocês irão na vida! Só de me lembrar já estou a salivar!!! 

Boas veganices!

(e se estiverem por Bangkok não percam a oportunidade de visitar este restaurante! mesmooooo!)
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Papar fora: Ethos (Bangkok)

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Tínhamos feito a viagem de avião mais comprida da nossa vida, estávamos praticamente de directa, tínhamos lutado contra o sistemas de autocarros de BKK e vencido, passado umas 3 vezes à frente do nosso alojamento enquanto o procurávamos sem perceber onde ele estava escondido e já a pensarmos que seria algo magico com a plataforma 9 3/4 do Harry Potter...

Estávamos cansados e com fome (até porque devido a uma greve e mudança de avião não houve comida vegan para mim!)... mas onde ir comer agora? Não nos apetecia ir para longe, apenas comer algo dar uma volta e ir dormir... mas onde vou buscar comida vegan?

Fácil, mas tão fácil, mesmo ao lado do nosso alojamento, tal e qual oasis: Ethos

Restaurante de comida vegetariana e vegana! Uauuuu e com um ambiente super fantástico, nem vale a pena procurar mais, vamos lá!

O restaurante funciona a meia luz e com opção de ficar numa mesa "normal" ou ficar numa mesa baixa sentados em almofadas, claro que optámos por esta ultima!

sim a foto é péssima mas é só o que temos :)
Em relação à comidinha....



Não me perguntem exactamente o que era porque já não me lembro :p mas... o batido deve ser de manga, o prato de baixo um tipo pad thai com amendoim moído e o de cima um agridoce com cogumelos e vegetais!

Para acabar a refeição provámos logo a sobremesa que deverá ser a mais típica da Tailândia: sticky rice doce com manga!


Um para dois chega perfeitamente, que isto é uma sobremesa que mais parece refeição! Basicamente é um tipo do nosso arroz doce, mas com a textura mais pegajosa (lá está sticky), feito com leite de côco e com a manga a fazer a vez da canela como extra.

Ao todo pagámos 665 baths (cerca de 17 euros) por dois batidos, 2 pratos e 1 sobremesa, não é o melhor restaurante vegan de BKK, mas é um bom restaurante e tem muitas opções, incluindo de pequeno almoço e lanche (papas de aveia, crepes e afins)!

Boas veganices!

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Chegada a Bangkok

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A maioria dos voos internacionais aterra no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, sair daí para o centro da Bangkok é facílimo, basta apanhar o comboio (airport rail link), onde existem 2 opções a city line e a express, claro que a segunda é bem mais cara, 150 baths por pessoa, na city line pagámos 45 baths cada um para ir até à ultima estação que é Phaya Thai (cerca de 30 minutos)!

Em Phaya Thai apanhámos o BST (um tipo de metro de superfície) para Victory Monument e daqui finalmente um autocarro para Kao San Road.

Existe sempre a hipótese de apanharem um táxi e pronto, neste caso é optarem por um com contador e o preço será o que der no registo, mais 50 baths de taxa de aeroporto e contem ainda com mais 50 baths da portagem. (nós usámos o taxi uma vez e para uma viagem de uns 25 km e deu cerca 312 baths), por isso acredito que esta opção nunca vos ultrapasse os 500 baths já com taxa de aeroporto e portagem.

Mas... eu acho que vale a pena irem de transportes, andar de autocarro em Bangkok é uma experiência super gira e em Victory Monument estão lá pessoas que vos vão ajudar! Sim esta paragem tem apoio, estão lá pessoas cujo o trabalho parece ser mandar parar autocarros (o que nem sempre é simples por lá...) e ajudar a pessoas a apanharem os autocarros certos!




Nos autocarros os bilhetes compram-se lá dentro e não é ao motorista, por isso entrem e sentem-se que a seguir vão ter com vocês para pagarem o bilhete.

No BST os bilhetes são comprados nas máquinas e a tarifa depende do percurso. Existem dois tipos de máquinas, as que basta seleccionarem a paragem de destino (idênticas às nossas) e a mais comum que é esta:



Nesta maquinas escolhemos o valor do bilhete que queremos comprar, de acordo com o diagrama, por exemplo neste caso se queremos ir para Asok o preço é 20 baths (valor dentro do circulo que está ao lado do nome da estação), logo na maquina vamos seleccionar o preço que pretendemos e pronto! Estas maquinas só aceitam moedas, mas sem desesperos, se só tiverem notas é só irem à bilheteira que eles trocam por moedas! (sim trocam por moedas, não vos vendem o bilhete, trocam notas por moedas :p).

Se não estão alojados perto de Kao San Road (mas porquê???) basta consultarem o diagrama de transportes (nós levamos este impresso e deu um jeitão), que é super simples e fácil de usar.



Mas porque optar por transportes quando o taxi nem é assim tão caro? Bem, pela mesma razão que algumas pessoas quando chegam à piscina vão se molhando gradualmente e outras se atiram, eu sou das que se atira! O choque cultural é fantástico e magico, sentir os cheiros da cidade (nem sempre bons!), apanhar transportes, mover-se onde os locais de movem e fugir ao roteiro turístico é o melhor de uma viagem e para mim a única maneira de sentir um país ou um povo é atirar-me de cabeça para o meio da confusão, só assim nos podemos de facto apaixonar!

Mas afinal onde ficar em Bangkok? Isso chega já no próximo post!

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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Trip to Madeira - pontos altos! (inclui onde estacionar no Funchal)

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Não esqueci esta parte! :D 

A Madeira encheu-nos os olhos desde que aterrámos e quando começámos a subir e mergulhar (é possível mergulhar em subida? :p)naquela vegetação sabíamos que tínhamos escolhido o sitio certo para as nossas férias! (sim que na Madeira tanto se mergulha no mar como na vegetação!)



Mas vamos lá... pontos altos!

1. Restaurante Olives, que já falei aqui!


3. Prainha - praia muito muito fixolas perto da Ponta de São Lourenço! A água é tranquila e limpida e ainda tem rochas bem posicionadas para saltos... é mesmo um paraíso!

4. Piscinas naturais do Porto-Moniz - são lindas e nadar ali mesmo ao lado do mar revolto e rodeado de rochas é uma experiência surreal! Estão abertas todo o ano e apesar de no dia que lá fomos o tempo estar cinzento e com chuviscos nós não resistimos e aconselho a que também não resistas! Foi daqueles momentos mágicos que valeu super a pena!

5. Teleférico das Achadas da Cruz - este sim vale a pena, quando aquilo arranca e olhamos para baixo uouuuuuu! Lá em baixo não há muito para ver é apenas uma zona utilizada pelos habitantes para agricultura, mas vale a pena aproveitar para te perderes no labirinto de pequenas casinhas que os agricultores ali tem!



6. Teleférico do Garajau - fica mesmo ao lado da estátua do Cristo Rei (sim também lá há disso!) e basicamente vai ter a uma pequena enseada com uma escola de mergulho e o bar O Mero (que também já falei aqui)! É de aproveitar uma visita ao bar, que na altura dos Santos organiza festas à noite e que deve ser fantástico mas que infelizmente não apanhámos e para os mais corajosos... olhem bem para a rocha do lado esquerdo... existe um varandim (na falta de melhor palavra) e um aviso de perigo... parece que tá a chamar! Nós não fomos até ao fim porque os sapatos do Droski escorregavam bastante e o mar parecia estar a subir e tivemos receio de ficar com o caminho tapado (além disso aquilo tava bravooo), mas que ficou a vontade de percorrer aquilo tudo... ficou!

7. Passeio na Caravela Santa Maria - foi o nosso ultimo dia e não estava planeado, mas valeu super a pena, o barco é lindo, o passeio é lindo, os golfinhos são lindos (naquele dia não paravam de aparecer e há uma magia especial em ver um animal assim em liberdade a cruzar o oceano... é lindo! e gostava que todos vissem para depois perceberem bem a diferença entre estes e os que ficaram prisioneiros de humanos em parques, condenados por toda a vida a fazer pequenos truques, tal qual bobos apenas para nosso entretém). E quando chega ao Cabo Girão (destino da viagem) todos tem a hipótese de saltar borda fora e mais uma vez, pode estar um bocadinho de frio, ou enublado ou a chuviscar... mas saltem :D levem agasalho para depois mas não deixam de saltar! Mais um momento mágico! Ah e o barco ainda tem um amiguinho especial! Cãozinho sortudo que anda sempre com o dono! Menos sortudo é o papagaio que para aparecer apenas durante os 10 minutos que dura o embarque vive acorrentado... não promovam isto, não tirem fotos com ele... vamos mostrar que não damos valor a ter ali o papagaio... não salvamos este, mas quem saiba não venha outro a seguir!



8. Jardim Tropical Monte Palace - é lindo e acho que vale muito a pena a visita até porque logo ali ao lado temos...



9. Carreiros do Monte - sim, sim é isso mesmo, aqueles cestos tradicionais guiados por dois srs. que vão descendo as ruas a uma velocidade respeitosa! Não há muito a dizer... é giro, é mesmo giro e quando acaba dá pena! Não é tão assustador quanto parece mas garante certamente um sorriso na cara de todos durante a descida! Adorámos e se voltarmos à Madeira repetimos!

será possível ter pior aspecto? :p

10. Vereda dos balcões - não a considerei uma caminhada porque... bem são 3 km super fáceis que se fazem num pulinho e o importante mesmo é o Grand Finale! Para mim está mais na secção dos miradouros... e dos bons!




Agora por ultimo chegou o truque... precisas de estacionar no Funchal... os horários dos parques não são compatíveis com as tuas necessidades ou com a tua carteira... desesperas... o que fazer: Beco do Gerardo é a resposta! Da semana que lá ficámos apenas 1 vez não conseguimos lá lugar, nos restantes dias foi a nossa salvação (indicado por um local!)! Está bastante perto do centro do Funchal e mesmo ao lado do Hotel que ficámos (Sirius), mesmo quando chegávamos tarde nunca nos sentimos minimamente inseguros ali, por isso, forçaaaa!



Claro que a Madeira tem muitoooo mais e muito ainda ficou por descobrir... mas estas são apenas algumas das coisas que fizemos e gostámos muitoooo! Aconselho a partirem à procura de mais coisas fantásticas naquela ilha de sonho e depois partilhem que é para eu arranjar desculpas para voltar!

Boas veganices!

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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Papar fora: ser vegan na Madeira V (Olives Funchal)

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Confesso que não andava muito entusiasmada com as minhas refeições na Madeira, por isso quando começámos a pensar onde fazer o nosso ultimo jantar o meu empenho era reduzido!

Mas havia alguém que ainda acreditava e que não poupou esforços numa busca desenfreada para conseguir encontrar uma coisa boa para mim... o DROSKI! (viva o Droskiiii!)

Ah e sim, este post só vai ter um sitio! Mas vale por 3 (o sitio!)!

13. Olives Funchal

Então como estava a dizer na ultima noite demos com o derradeiro oásis… daqueles mesmo fixolas, com um lago de água calmas rodeado das mais perfeitas palmeiras… ai que coisa linda! 

Começa pela fantástica esplanada no terraço, passa pelo Chefe maravilhoso que vinha a mesa para ter a certeza que tudo estava bem… os funcionários super simpáticos e… um menu extra só com pratos vegan e vegetarianos! Morri e fui para o céu! 

Aviso já que os nomes dos pratos eram muito chiques e eu já não me lembro, por isso vou dando a versão (brega) simplificada da coisa! x)

Como entrada salada de abacate e tomate com molho picante (aiii o gengibre), papaia com um topping salgado e ainda pãozinho feito pelo chefe e cozinhado ali na hora! A acompanhar o pão vinham 3 manteigas, mas para mim o chefe fez uma mistura de azeite com vinagre balsâmico! Ai que bom!



De seguida ravioli (vegetariano) para o Droski e um pão recheado com um estufado de tofu, grão e abóbora, tudo acompanhado com uma bela sangria com espumante e belas frutinhas, que não estava na lista mas que mal perguntamos eles disseram logo que faziam algo… e que boa que estava!





Para acabar pergunto se haverá alguma sobremesa vegan… “ não se preocupe que o chefe para si vai fazer agora uma coisa especial”… pronto quero viver aqui para sempre!

Veio um crumble de maçã e passas acompanhado de sorvet de tangerina… ai que maravilha!



Se não estou em erro pagamos cinquenta e tal euros e valeu cada cêntimo, que despedida gastronómica brutal!

Para melhorar tudo e como o restaurante só tinha mais uma mesa ocupada que por acaso era mesma a ao lado da nossa ainda tivemos a bater conversa com o casal que lá estava, que eram pessoas super interessantes e que já tinham viajado imenso… sabe tão bem conversar com quem o sabe fazer… foi uma noite inesquecível!

Boas veganices!
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