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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Pizza com base de courgette

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Já tinha ouvido falar antes de uma tal de base de pizza saudável, que tinha como base... courgette! Parecia-me óptima ideia, mas as primeiras receitas que vi levavam farinha, por isso adiei a ideia... até que encontrei o queijo para pizzas da Violife!!!



Tinha que experimentar e para isso precisava de uma pizza, mas não me apetecia nada comer farinha! Nova busca por pizza de courgette e encontrei a receita perfeita, tão saudável que até fazia confusão :D (olha aqui o miminho)

Aqui segue a receita que eu fiz, em português e com as quantidades em gramas, sempre a ajudar a Meia-Leca! :)

Ingredientes: 

- 50 gr quinoa crua
- 270 gr courgette
- 60 gr aveia
- 1 cs rasa de fermento
- 1 cc substituto sal (mistura de ervas que comprei no celeiro)












1. pré-aquecer o forno a 180º

2. deitar agua a ferver sobre a quinoa e deixar repousar 10 minutos.

3. misturar os ingredientes todos na liquidificadora e processar até ficar uma massa tipo panqueca (sim é liquida, não é como a massa de pizza! mas nada de desespero que no final vai correr bem!)

4. agora é só fazer duas mini pizzas em cima de papel vegetal com alguma gordura (muito pouca mesmo) - é melhor fazer 2 pequenas porque a meio do tempo é preciso virar e com uma grande vai ser difícil

5. levar ao forno 10/12 minutos, depois deste tempo virar e deixar mais uns 6 minutos (a receita original dizia mais 10/12, mas as minhas já estavam a ficar muito escuras)

E pronto, depois é só por o recheio!

Eu usei este molho de tomate, mas em vez de azeite pus água, aumentei um pouco a pimenta e não usei sal (usei a tal mistura de vegetais) e ficou bastante bom! (além disso a receita é tãooo simples) Ah sobrou mesmo muito, se for só para esta pizza meia receita ou mesmo um quarto chegam perfeitamente.

Depois levou o queijo da Violife (opah é tão bom que até voltei a ler os ingredientes para ter a certeza que não me tinha enganado e comprado mesmo queijo).

E por fim tofu (que já tinha marinado e salteado - sem gordura claroooo), cogumelos frescos (1 cogumelos por pizza para ser mais precisa, sim são pequenas :p), ananás e azeitonas!




Atenção que esta receita dá duas pizzas pequenas o que para nós deu para duas pessoas, uma para cada um e me pareceu suficiente, acompanhada de uma boa saladinha então... perfeito! Mas não é enfarta brutos :D se tiverem com mais fomeca (ou precisarem de mais calorias), para duas pessoas é melhor aumentar as quantidades!

Enfim... Melhor pizza que já fiz em casa! Cada pizza ficou com cerca de 385 calorias (já com recheio). Considerando só a base cada uma tem 230 calorias, 16% DDR ferro e 9 gr proteína e muito mais coisas boas, topem só:

informação nutricional só da base
Boas veganices! (e saudáveis e gostosas!!!!)
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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Dieta saudável!

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Prontos para construir as bases de uma dieta saudável?

Boaaaaaa! Hoje vamos atacar os macronutrientes! Vai ter matemática, mas tudo simples!


Eu vou usar como exemplo euzinha, mas depois é só adaptarem e não custa nada!

Ora a Meia-Leca neste momento pesa 63 kg e consome cerca de 2.000 calorias / dia (calorias de manutenção) … vamos lá!


Proteína (4 calorias por grama)

Vamos considerar o valor máximo apontado pela WHO de 0,83 gr/kg, o que resulta para mim numa necessidade de cerca de 52gr/proteína/dia (208 calorias que são cerca de 10% das minhas calorias diárias). Indo ao encontro dos que são desportistas (como eu) e que por isso talvez possam precisar de um pouco mais vamos fazer também o cálculo para 1,2 gr/kg, porque este valor também aparece em muita literatura incluindo no nutritionfacts.org, cuja credibilidade me parece inquestionável (mas nem vou entrar em alguns exageros que se lêem por aí), ficando assim a precisar de 72gr/proteína/dia (288 calorias que são cerca de 15% das minhas calorias diárias). Ver mais sobre proteína aqui: Tens falta de proteína?

Aconselho sobre este tópico os seguintes vídeos:


Gordura (9 calorias por grama)

Sendo que faço exercício posso consumir entre 15 e 35% a das minhas calorias diárias em gordura o que se traduz em 33 a 78 gr/gordura/dia (300 a 700 calorias/dia). (ver aqui)


Hidratos (4 calorias por grama)

Basicamente é o resto todoooo! :D

Fácil não é? E continua a haver espaço para o gosto pessoal de cada um. Se querem ou se sentem melhor com uma dieta mais high fat (alta em gordura) mandem as gorduras para 35% das calorias diárias se querem mais high carb (alta em hidratos) mantenham as gorduras em apenas 15%, fácil fácil!!!


Eu fui testar no cronometer e a maioria das vezes acabo por comer mais ou menos no rácio 15/20/65, claro que varia de dia para dia, mas… PERFEITO!

Espero que tenha ficado tudo compreensível, mas em caso de duvida uma boa maneira de verificarem estes rácios sem ser preciso contas é usarem o cronometer! Basta introduzir tudo o que comem e aparece a informação com % e gramas por macro!

Boas veganices! (saudáveis!!!)
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sexta-feira, 31 de março de 2017

Afinal a dieta deve ser rica em gordura ou em hidratos!?

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Quando alguém perde uma quantidade visível de peso surgem sempre as mesmas perguntas...
como fizeste? Qual o segredo?

Sei por experiência própria que se a resposta for algo como "comecei a fazer exercício, cortei os alimentos processados, deixei de comer bolos e comecei a comer mais vegetais e frutas"  a resposta vai ser..."ah pois, isso para mim não dá" :D

Se ou menos houvesse uma maneira magica... hum...

Já sei... emagreci a comer bacon e ovos estrelados ao pequeno almoço! A sério? Sim, sim, podes comer TODA a carne que quiser, só não pode é comer arroz, fruta e batatas ok? Isto sim, é algo que os carnistas conseguem fazer!

Ou então... emagreci a comer arroz com batatas o dia todo! A sério? Sim, sim, mas atenção não podes é comer nada com gordura, como carnes, óleos ou frutos secos! Isto sim, é algo que os vegan conseguem fazer!

Independentemente dos princípios morais de cada um, parece que todos somos atraídos para uma formula magica (e mais extremista) que nos permita obter resultados enquanto enchemos a cara de um determinado macro nutriente (o nosso favorito!).

Quanto à nossa sede enquanto sociedade por proteína já falei aqui: Tens falta de proteína! por isso passemos para o próximo dilema: gordura!

Afinal a gordura é malvada? Ou é uma doce princesa que deve juntamente com a proteína :p ocupar  a maioria das calorias que ingerimos?

Eu claramente não sou especialista, por isso recorri à Organização Mundial de Saúde (WHO), e encontrei as respostas que procurava.

"Fats and oils in human nutrition"

Segundo este relatório um adulto deve garantir que pelo menos 15% da suas calorias diárias provém de gordura, indivíduos activos podem consumir até 35% de calorias provenientes de gordura, mas indivíduos sedentários não devem ultrapassar os 30% principalmente se a sua fonte for gordura saturada cuja fonte principal são fonte animais.

Basicamente o consumo de gordura deve ser o suficiente para garantir ao individuo o consumo necessário de ácidos graxos essenciais (que não são sintetizados pelo organismo) e de vitaminas lipossolúveis (vitaminas que para serem absorvidas necessitam da presença de lípidos, tais como a vitamina A, D, E e K), devendo no entanto manter-se baixo o suficiente para não aumentar o risco de obesidade, doenças coronárias e certos tipos de cancro (tudo doenças associadas ao elevado consumo de gordura).

Mas e a gordura é toda igual? Nope, segundo o mesmo relatório a gordura saturada não deverá representar mais que 10% das calorias totais diárias e o consumo de colesterol deve ser menos que 300 mg/dia e adivinhem... não existem mínimos!

Logo... 
Quanta gordura devemos afinal consumir por dia? 15 a 30% (até 35% de for uma pessoa muito activa)
E que tipo de gordura? fontes com baixo colesterol e baixas em gordura saturadas

(nota pessoal: os alimentos que me parecem garantir um consumo adequado de gordura sem rebentar a escala de saturados e colesterol são sementes, frutos secos e abacate)

Vamos fazer a experiência como aquele exemplo que já usámos na proteína

PA: 1 pão com 1 fatia de queijo e 1 copo de leite

A: 120 gr de frango e 100 gr de arroz cozido

L: 3 bolachas maria

J: 120 gr pescada + 100 gr batata

Com este mini menu cerca de 25% das calorias provém de gordura (perfeito) mas já atingimos os 10% de gordura saturada (12g neste caso) e 242 mg de colesterol e ainda só consumimos umas mil calorias! Basta adicionar aqui 1 ovo, outra sandes com queijo ou fiambre, um pouco mais de carne ou peixe ou mesmo azeite ou óleo (nem falo em fritos, enchidos e afins) e vamos ter ultrapassado completamente as directrizes da who. 

Concluindo e baralhando, para uma pessoa que consuma cerca de 2.000 calorias por dia o consumo de gordura deve estar entre as 300 e 600 calorias o que basicamente significa que deve ingerir entre 33 e 67 gr gordura/dia (da boa! ok?). Por isso acho que é melhor esquecermos o High Carb e o High Fat e ficarmos-nos pelo perfeito e saudável nível de gordura e hidratos que permitem ao nosso corpo ter o funcionamento perfeito!

Vamos então calcular como seria uma dieta perfeita de acordo com os parâmetros disponibilizados pela WHO? Sim e é já no próximo post!

Boas veganices!
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terça-feira, 21 de março de 2017

Um dia na tribo - Norte da Tailândia Parte 4

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Ao final do dia chegámos à aldeia onde iríamos pernoitar e fomos muito bem recebidos por todos! E surpresa, até havia uma casa de banho, partilhada por toda a aldeia, que podíamos usar, obaaaaa! Era de buraco… mas ainda assim… obaaa!

Disseram-nos com que família íamos ficar e fomos lá deixar as nossas malas e mudar de roupa para algo mais quente e confortável para passar a noite. A casa, tal como a maioria que vimos, era construída sobre estacas e tinha apenas 1 divisão, nessa divisão existia uma fogueira e toda a família lá dormia junta no chão, com apenas uns cobertores velhos por baixo e uma rede mosquiteira sobre eles. A nossa família era um casal com um filhote. Mas em outras casas vi que também uma senhora mais velha dormia com eles, presumo que a mãe de um dos elementos do casal.

A “nossa família” arranjou tudo para que dormíssemos o melhor possível, com um édredon e um cobertor por baixo para aquecer (que parecia muito mas que se viria a revelar pouco!) e a rede mosquiteira em cima de nós, a nossa cama estava feita, ali mesmo ao lado deles naquela humilde casa com uma divisão… fantástico que nos abram as portas assim, seria como deixarmos estranhos dormir no nosso quarto!

Depois fomos todos para outra casa começar os preparativos do jantar e é uma coisa linda de ser ver, não há televisão, ou telemóveis, por isso todos se sentam em volta da fogueira e juntos cozinham, conversam e riem, riem muito, todas as gerações juntas, é muito especial de se ver.



Começou logo a passar um copo com um tipo de aguardente que eles fazem com o arroz e que pelo que vi bebem bastante, talvez daí que estejam sempre tãooo contentes :) claro que fui bebendo sempre que o copo passava por mim, mas só mesmo um bocadinhooo! Mais uma vez a beleza de partilharem os mesmos copos não só entre eles mas também connosco!

A comida estava óptima, mas infelizmente eles não se sentaram a comer connosco! 

Depois de jantar o Oh foi-nos deixar com a nossa família e foi dormir para outra casa, pronto estávamos sozinho com eles e sem tradutor!

Mesmo sem entendermos qualquer palavra logo nos convidaram para ir para perto da fogueira para nos aquecermos e ali ficámos entre sorrisos e tentativas de conversa, olhando a labareda com uma paz que nós no nosso dia a dia já não conseguimos encontrar.

Acabámos por nos despedir e ir dormir e aí sim o sofrimento começou, a noite lá é gelada, mesmo com o édredon por baixo e o saco cama sentia-se perfeitamente o frio e a humidade a entrar pelas frestas da casa, mal sentia o meu nariz de tão gelado e não bastasse isso a dor na anca e ombros de estar deitada praticamente sobre o chão não davam tréguas.

Felizmente a manhã chegou e com ela a necessidade de preparar o pequeno-almoço, eles decidiram fazer café para nós! Eles não consomem café, mas começaram a plantar para vender na cidade, muito empreendedores!

Mas fazer café não é bem como nós… primeiro vamos colher os grãos, depois acendem-se as fogueiras e levamos os grãos ao lume, até começarem a largar a casca, tiramos do lume e tiramos as cascas todas, depois volta ao lume até ficar tostado e castanhinho (o grão é claro)! Mas sem queimar, coisa que eu não estava a conseguir… e precisei de ajuda!

Cafézinho!

Depois vai-se para o pilão moer tudo, por fim junta-se a água, côa-se e xaram! Cerca de 1 hora depois o nosso café estava pronto! :D simples!

Entretanto também tinham assado batata doce para nós e trouxeram alguns frutos, directamente da árvore, queriam que experimentássemos tudo o que tinham! E nós claro comemos, alias durante todo o tempo que passamos com eles qualquer aviso sobre cuidados com água, higiene e afins caíram, só queríamos experienciar tudo e mostrar o quão agradecidos estávamos por eles nos receberem tão bem.

Começamos então a preparar o pequeno-almoço propriamente dito, que é em tudo similar ao jantar, arroz, tofu e muitos vegetais! Que alegria! (e o tofu deles é tão bom, mas bom!!! mais rijinho, uma maravilha!)



Este almoço foi diferente, já não comemos sozinhos, desta vez 3 famílias se juntaram a nós, cada uma trazendo algo que tinham feito, um verdadeiro almoço de partilha e um dos melhores momentos por que passámos na Tailândia!

Ah além de magico este foi um momento muito picante… raios! E a pequenita comia tudo tão tranquila enquanto nós… ai ai!

Depois de almoço tentei varrer a casa, como eles fazem sempre depois da refeição e logo as senhoras me expulsaram entre sorrisos, tento lavar loiça a mesma coisa… parece que escorraçar visitas que tentam ajudar é algo que ultrapassa fronteiras! :p

Chegou a hora de ir embora e devido aos problemas de comunicação no mercado não tínhamos absolutamente nada para deixar como prenda aos nossos anfitriões em forma de gratidão! Pensamos um pouco e como ali faz tanto frio e a roupa deles era tão gasta perguntamos ao Oh se seria correcto oferecermos os nossos casacos (novos!), ai que era… então tomem lá! Eles deram-nos canecas em bambu (onde tínhamos tomado o café), nós demos casacos… uma troca de prendas na sua essência mais pura!

A despedida custou-me muito, por sentir que por mais que tentasse não lhes conseguiria explicar o quão agradecida e humilde eu me sentia perante eles.

quase que pareço um deles :)


O regresso foi mais animado e agora que estávamos mais à vontade as passagens pelas aldeias muito mais fáceis e divertidas!






Coisas que fomos encontrado pelo caminho:

1 - escolinha dos meninos

2 - secagem dos cereais

3 - espécie de alambique para fazer a tal aguardente de arroz

4 - sr a fazer cestos


O sorriso é algo que sem duvida faz parte deles! :D


Sem faltar nova voltinha no carrossel (carinha!) e viagem de barco, sendo que este era ainda mais especial, porque deixava entrar água! Yep isso mesmo e lá dentro havia uma pequena bomba que a ia expulsando, pleaseee bomba linda trabalha rápido e não pares!

saudade

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Um dia com a tribo - Norte da Tailândia Parte 3

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Objectivo: passar o rio numa barcaça! Enquanto esperávamos entrámos na casa de um pescador, que era já conhecido do Oh, mais uma vez uma casa toscamente feita de madeira, esta mesmo em cima da água! Para lá chegar a única opção era fazer equilibrismo por cima de alguns toros de madeira, de outro mundo!





Chegou a barcaça… será que isto aguenta? Vamos lá! 



Esta viagem é curta mas lindíssima! Aproveitem!

Chegados ao outro lado... hum... que carrinha de caixa aberta é aquela? "Toca a subir pra carrinha"? A sério?

Subimos para a carrinha, tivemos a “sorte” de ficar à frente, agarro-me à estrutura de ferro e caramba, que montanha russa!

Mais ou menos assim... não resisti :p


Só posso dizer que com aquela carrinha fizemos caminhos que nem de jipe, airbaig, cinto de segurança e piloto do Dakar me pareceriam seguros… e nós ali em cima, em pé, sem qualquer segurança, a fazer um esforço gigante para não cairmos e a sentir-mos aquele arrepio em cada descida a pique, curva apertada… e quando na estrada havia apenas um pequeno espaço, entre buracos e fendas, em que a roda poderia passar sem que virássemos! Enfim não há palavras para descrever a adrenalina daquela viajem, foi praticamente 1 hora em pé naquela carrinha no meio da floresta numa estrada minúscula e que muitas vezes parecia simplesmente desaparecer… e eu que sou tão "coisinhas" com o uso do cinto de segurança… Magico! Aconselho bués! E claro não há fotos, nem gravação que é daqueles momentos que uma pessoa nem pensa nisso!




Começou então a caminhada, que sendo sincera tendo em conta tudo o que se passou naqueles 2 dias foi de facto o menos relevante! De salientar a simpática aranha gigante que conhecemos!

Comecei logo por lhe explicar que era vegan... claro!!!

Ao longo do caminho passámos em 2 aldeias… ah no mercado era suposto termos comprado doces para as crianças… não percebemos mesmo nada! Oreos serve? :p

Estas primeiras passagens por aldeias são estranhas, pelo menos para nós foram, sentes-te um estranho a invadir o espaço deles, sem conseguires comunicar de alguma forma que não seja sorrir e sem quereres olhar para eles com um excesso de interesse como se eles fossem alguma atracção, e por momentos pensámos “isto foi péssima ideia”!



Ao final do dia chegámos à Aldeia onde íamos pernoitar e aí sim tivemos a oportunidade de descobrir um modo de vida tão diferente, mas não como expectador, mas sim como parte integrante daquela grande família, mágico!


Boas veganices!
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Um dia com a Tribo - Norte da Tailândia PARTE 2

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Vem aí a PARTE 2...

O dia da caminhada começou cedo e cheio de entusiasmo… o Oh foi-nos buscar ao nosso alojamento numa carrinha com ar condicionado e óptimas condições e seguimos para o escritório deles, onde deixámos os pertences que não queríamos levar connosco (o tal saco!) e também os nossos valores, passaporte, dinheiro, cartões, ficou tudo lá no cofre! 

Talvez não se sintam confortáveis de deixar assim tudo (nós também não!), mas a nossa experiência foi óptima, basicamente juntamos tudo, eles verificam, escrevem numa folha tudo o que vamos deixar e assinam, nós assinamos também e os nossos valores são todos embrulhados em papel de jornal e muita fita-cola e depois tanto nós como eles assinamos por cima da fita-cola, sendo assim praticamente impossível alguém abrir o embrulho e conseguir voltar a fechar mantendo as assinaturas em condições, tudo muito bem feito! E depois é enfiado no cofre e pronto... adeus coisas sem as quais estamos para lá de lixados... aiiii que corra bem!

Partimos então para umas viajem na carrinha de quase 2 horas até um mercado local onde podíamos comprar os mantimentos para a caminhada, estamos um pouco confusos acerca do que comprar, relembro ao Oh que sou vegan e ele manda-me embora enquanto diz tofu tofu… ok temos de comprar tofu e mantimentos para dois dias e estamos perdidos num mercado enorme que claramente só é usado por nativos, os únicos caras pálidas somos nós! 

Começa a busca por tofu… pelo caminho compramos uns leites de soja e bolachas oreo… isto porque estava tomada pelo pânico sem encontrar tofu e sem perceber que raio iria comer durante estes dois dias!!!

Por mais que procuremos não encontramos tofu e claro ninguém reconhece a palavra, encontramos um rapaz novo e pedimos ajuda, ele não vende tofu :( mas explica-nos que devemos pedir Tau-um (algo assim :p) nova busca… 

Vemos um cubo branco promissor, Tau-um? Questionamos enquanto apontamos para o cubo, a vendedora olha para nós perplexa e uma alma caridosa que ia a passar diz-nos que não, explica a vendedora que queríamos tofu e elas riem muito, de repente todas as pessoas a quem tínhamos tentado pedir tofu percebem o que queremos e entre sorrisos vamos sendo guiados até à bancada certa! Juro que todo o mercado se uniu a nós, empenhado em que encontrássemos o que procurávamos!!!  AAAhhhhh bendito tofu que cá estás tu!

Olhamos para o relógio, está na hora de voltar e tudo o que temos para comer é um cubo de tofu, oreos e leite de soja… impressão minha ou isto começou mal? Nem tirámos fotos no mercado tal era o foco com que estávamos na nossa missão!

Voltamos para junto do Oh, orgulhosos de termos encontrado tofu… péra porque ta ele a encher a carrinha de vegetais e péra outra vez, ele também comprou tofu… mas?! Primeiro mal entendido, ele é que ia comprar os mantimentos!!! Sério? Então e nós era para comprarmos o quê? Ups! Esforço desumano para parar de rir e manter a compostura enquanto contamos ao Oh a nossa aventura na compra de Tau-um e seguimos mais uns 45 min de carrinha. Paramos em casa da sogra do Oh para almoçar, sim isso mesmo, a sogra!

Fomos brindados com um almoço muito bom Thai Style!



Além do almoço é uma oportunidade única para perceber como vivem as pessoas fora das grandes cidades! As casas eram feitas de madeira e meio toscas, a roupa estava toda pendurada cá fora, coisa que vimos muito nas Tailândia mas raios não consegui perceber porque fazem isso, embora a minha aposta seja… como acendem lume dentro de casa a roupa fica cá fora para não apanhar cheiro, será?  (num sei!)
As casas tem uma tipologia bem diferente, sendo na verdade constituídas por diversos "blocos" em volta de um pequeno pátio, por exemplo tudo o que precisa de água canalizada como a casa de banho ou zona para lavar loiça estava construída ao nível do solo e o resto da casa (que me pareceu ter apenas 1 ou 2 divisões) sobre estacas.

Depois de almoço voltámos à carrinha e dirigimos-nos para o rio… começava a verdadeira aventura!


Boas veganices!
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Um dia com a tribo - Norte da Tailândia PARTE 1

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Enquanto fazia este post apercebi-me que estava a ficar parvamente comprido, por isso resolvi ir dividindo e por agora não faço ideia quantas partes terá! Mas por enquanto… PARTE 1!

A Tailândia é sem dúvida um país que vale a pena visitar e que me surpreendeu bastante pela positiva, mas como em quase todos os países é quando se sai um pouco do roteiro turístico que a magia acontece!

Quando investigámos a Tailândia decidimos desde cedo fazer uma escapadela para o norte, menos turístico e mais agreste, pensámos fazer uma caminhada e conhecer melhor a floresta e foi em busca por opções que encontrámos o Pooh-EcoTreking, com diversas opções de treking e com criticas óptimas!

Depois de vermos as opções ficámos tentados com a opção “Hilltribe homestay”, que basicamente é um treking em que se passa por algumas tribos do norte e se pernoita mesmo juntamente com uma das famílias. uouuuu

Por um lado isto parecia ser uma grande aventura, uma oportunidade única de perceber como ainda é actualmente a vida de outras pessoas, por outro tínhamos medo, não queríamos correr o risco de estar a alimentar uma economia de escravidão como acontece com a tribo das “mulheres girafa”, que mais não é que um zoo humano, em que as pessoas são tratadas como uma atracção e não têm sequer hipótese de escolher uma vida diferente. 

Aqui faço um aparte, as tribos de "mulheres girafas" que tantos turistas visitam de sorriso no rosto são na verdade campos de refugiados de Myanmar, este povo não tem autorização para sair das áreas que lhes são afectas, não podem trabalhar e praticamente não tem acesso à escola! Vivem basicamente presos num zoo sem hipótese de fuga, resta-lhes quebrar e aceitar, tendo como única forma de sobrevivência possível, permitir que enxurradas de turistas invadam o seu espaço para conseguirem uma foto com elas.

Dito isto e voltando ao nosso problema… treeking com tribos ou não?

Tentámos nos informar um pouco mais, lemos relatos, lemos e relemos tudo no site para tentar perceber os princípios latentes e acabámos por arriscar! 

Optámos por uma caminhada de 2 dias, porque o nosso planeamento não permitia esticarmos-nos mais, como correu? Vamos lá!

No dia antes da partida reunimos do “escritório” deles em Chiang Mai, onde conhecemos o nosso guia e verificámos que ali todos eram de facto locais e que se tratava de um pequena empresa, o que nos deixou logo mais confiantes!

Na reunião inicial o Oh (não faço ideia como escrever o nome dele, mas o som era este!) mostrou-nos num mapa o percurso que íamos fazer e falou um pouco de como iam ser os dias. 

Para começar é preciso perceber que pelo que me apercebi os tailandeses (peço desde já desculpa pela generalização porque de facto não são todos, mas nós apanhámos uns quantos assim e adorámos), começam a falar a inglês mas depois entusiasmam-se e começa uma vertiginosa e bastante rápida explosão de palavras em que misturam thai com inglês e sinceramente algumas coisas achámos que tínhamos percebido, mas não… :p (veremos adiante!)

Chegámos a casa separámos tudo o que não queríamos levar para outra mala (andamos sempre com um seco dobrável tipo isto charan pendurado numa das nossas mochilas, já nos safou tanto!) e nas nossas mochilas deixámos apenas o essencial, repelente de insectos, protector solar, 1 casaco e 1 camisola de manga de manga comprida para a noite (faz tanto frio que não vos passa pela cabeça), umas calças confortáveis para dormir e uma tshirt e cuecas extra para o segundo dia. Chega perfeitamente e não é preciso mais mariquice nenhuma! (ah também levámos escova e pasta de dentes, sem isso não dá!)

Quando reunimos com o Oh ele deu-nos um saco de plástico, aconselho a que enfiem a roupa toda la dentro, que assim ela vai numa carrinha ter com vocês à tribo e escusam de carregar com ela!

Preparativos feitos, restava-nos tentar dormir e esperar pelo amanhã!

Boas veganices!

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Tailândia e os elefantes...

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É só fazer uma simples busca no google sobre o que fazer na Tailândia e logo somos bombardeados com diversas opções de passeio em cima de elefantes!

As pessoas ficam maravilhadas com isto, andar em cima de um elefante? Uau! Mágico!

Mas vá lá... neste ponto acho que só não vê quem não quer ver! Ou já fomos de tal modo engolidos por esta cultura de usar os animais a nossa belo prazer que não nos faz confusão maltratar e escravizar um animal em troca de 30 minutos de "prazer"?! ou então estamos mergulhados numa inocência infantil em que o elefante tem uma vida muito linda e adoraaaa andar com humaninhos às costas! A sério? Mesmo?

O processo de quebrar um elefante até que ele aceite placidamente transportar humanos é cruel e altamente doloroso para o animal, não só fisicamente mas também psicologicamente... e também basta uma simples busca no google para nos vermos frente a frente com uma realidade em que bebés são retirados às mães e torturados até simplesmente desistirem.

Até ter ido à Tailândia apenas tinha visto, quando era mais nova, elefantes no Zoo, confesso que nunca lhes achei mais graça do que a outro qualquer animal, nunca percebi qual a magia para que houvesse pessoas tão apaixonadas por eles... tudo o que via eram animais gigantes, parados "práli", não parecia haver vida la dentro!

Na Tailândia passei por um local onde estavam literalmente estacionados uma data de elefantes à espera que mais um par de turista os viesse montar, dói muito ver aquela injustiça, mas mais uma vez não me despertaram qualquer paixão especial por serem elefantes.

 Depois passou por nós um jovem casal de turistas em cima de um elefante, eles iam agarrados ao telemóvel com um ar aborrecido, enquanto o elefante se arrastava pela estrada de alcatrão a fora. Pensei sobre isso, andar em cima de um elefante até é capaz de ser chato se pensarmos bem nisso, é que lá de cima nem sequer vês o elefante!!! 

Então aquele animal foi condenado a uma vida de escravidão para depois ser montado por alguém que na verdade nem está a ligar ao que está a fazer? Na verdade só quer por em alguma rede social que está em cima de um elefante? E depois disso terá a pensar que o passeio deveria chegar ao fim porque quer fazer outras coisas? Quanta crueldade! 

Mas mais uma vez doeu, porque dói sempre que vejo um animal a ser maltratado, nada mais!

Os dias passaram, fomos para Chiang Mai e lá tínhamos agendado um passeio no Elephant Nature Park... Este parque funciona como centro de salvamento e reabilitação  de elefantes e outros animais!

Estava curiosa pelo passeio, mas não posso dizer que estava em pulgas...

Mas tudo mudou... esqueçam a ideia que tinham de elefante com base nos que viram no zoo ou nos que se arrastam com turistas em cima... esqueçam! Esses são escravos e como tal transportam em si toda a apatia/tristeza de quem já desistiu de viver e nós humanos nem nos apercebemos disso... mas desafio todos, quando vierem à Tailândia, a visitar este centro e ver as diferenças, oh que animal fantástico... existe tanta vida num elefante, tanta vontade de brincar e os olhos... aqueles olhos... 

Primeiro ficámos dentro de uma "cerca"  (sim nós é que estamos la dentro) e vamos dando paparoca aos elefantes... aqui houve logo um momento a destacar, quando a comida acabou e todos começaram a ir embora uma passou com uma destreza que já mostrava que era um movimento que lhe era habitual para dentro da nossa cerca... oh pah assusta ver um animal daquele tamanho a entrar no teu espaço e começámos todos a juntar-nos a um canto e a dizer aos guias que ela estava entrar, só recebemos um sorriso... ela não nos queria fazer mal, ia apenas apanhar os restos de comida que tinham ficado caídos, depois disso foi embora com a mesma calma e juntou-se à família! 

Na foto debaixo ela já está dentro da cerca, marota!

A seguir caminhámos com eles... sempre com cuidado porque quando uma menina daquelas (eram todas fêmeas) decide parar e dar a volta... uiiii saiam dos lados!

Pelo caminho iam arrancado arbustos para comer as suas folhas e era visível as diferentes personalidades, uma delas era uma marota, sempre a fugir dos caminhos em buscar de folhinhas mais gostosas! Cada elefante tem um cuidador e o desta ia-se rindo enquanto ela ignorava todos os seus pedidos para que seguisse o caminho definido.



A maior parecia só querer as folhas que estavam no topo das árvores e mesmo ali ao nosso lado mandou como toda a facilidade uma árvore abaixo para conseguir o que queria, que força estupenda!

A mais novinha gostava de correr com as suas orelhinhas a abanar atrás de nós e parar quando estava mesmo pertinho, pelos vistos isto é uma brincadeira normal nos mais novos! Mas atenção que ela mesmo pequena era enorme, quando ela corria na nossa direcção nós riamos mas fugíamos!

Outra coisa engraçada é que eles tocam-se muito, por exemplo quando vão em fila se o da frente para o outro encosta a cabeça ao rabo dele a empurrar como se lhe tivesse a dizer vá anda ou sai da frente!

Depois os elefantes continuaram o passeio e nós fomos almoçar e preparar umas guloseimas especiais para eles!

Quase tudo vegan e sempre vegetariano!

A seguir um momento inesquecível, ver elefantes a brincar na lama, mandávamos-lhes água com baldes e com a lama fazíamos massagens nas suas enormes barrigas e sabem que mais? Havia um que gostava mesmo das massagens e ficava ali muito sossegado enquanto era esfregado, tal e qual um cão quando lhe damos festas na barriga! Os outros preferiam brincar e pareciam uns tontos a empurrarem-se e escorregarem na lama!

Passámos para o rio e avisaram-nos, não se ponham ao lado deles! Ai não? Porquê? aaaahhh que fantástico! Os elefantes entravam na água e deixavam-se literalmente cair de lado para dentro de água, parecendo grandes montanhas flutuantes, lindoooo! Mais brincadeiras com água e corridas da pequenota atrás de nós e eles saem do rio e começam a secar-se e limpar-se com a areia, parecem garotos a brincar.


(não tenho fotos na lama nem no rio porque a alegria de estar ali a brincar com eles ultrapassava qualquer lembrança de gravar esse momento em algum lado que não fosse o meu coração, mas acho que o Droski fez vídeos... se forem fixolas depois eu ponho aqui também!)

A seguir nova hora de paparoca, é giro ver as preferências, eles não comem a banana enquanto houver abóbora, a não ser que a descasquemos! Depois de acabadas as abóboras os sacaninhas já aceitavam as bananas com casca e tudo :D

E quando eles achavam que o pedaço de comida era pequeno guardavam no tromba (tipo gancho) e com a pontinha faziam sinal que queriam mais, a sério! Parecia que estavam a dizer vá não vês que o que me deste não chega! Só depois de terem a trombinha cheia com o que eles achassem que valia a pena levavam a comida à boca!

Este foi um dos meus dois "programas" favoritos na Tailândia, apaixonei-me perdidamente por elefantes e pensar nos outros, nos que são escravos dói ainda mais agora que sei como eles de facto são... e mesmo pondo qualquer direito do animal à sua vida de parte esta experiência é mil vezes melhor e mais entusiasmante que simplesmente montar um elefante!

Por isso por favor não financiem a escravatura animal!!! E tenham um momento inesquecível nas vossas férias enquanto apoiam uma boa causa visitando este parque, não é barato mais vale mesmo a pena.




Ah curiosidade que talvez possa salvar vidas humanas :p se um elefante correr atrás de vocês corram para baixo, a única maneira de se safarem é descerem e usarem o peso dele a vossa favor porque ele vai ter te travar bastante... pelo menos foi o que o guia disse!

Outra coisa, já em Portugal comecei a ler um livro absolutamente fantástico, em que aprendi mais sobre elefantes e a minha paixão por eles só ficou ainda mais inflamada, um elefante é tudo aquilo que um humano devia ser.. mas sobre isto e sobre o livro falo noutro post!

Boas veganices!




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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

CrossFit - ténis vegan?

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Já à algum tempo que não adquiro calçado desportivo mas após descobrir a forte paixão que me une ao crossfit (sim os vegan são fraquinhoooos mas gostam de fingir que não :p) e de ver a qualidade do meu agachamento e afins comprometido pelos meus ténis altamente acolchoados de corrida, surgiu a "necessidade" de encontrar um ténis que favorecessem mais o meu desempenho neste desporto!

Mas depois veio também a consciência, será que os ténis são vegan?!

Primeiro que tudo pesquisei os que já tenho de corrida da Asics e da Saucony (adoro tanto estes meninos) e pelo que encontrei a maioria é vegan! ufaaaaaa

Depois passei para os de crossfit e claro investiguei a Reebok (a marca oficial dos ténis de xfit)e não encontrei certezas, pelos vistos muitos modelos ainda utilizam na cola cascos de animais e afins!

Treta... e comecei a procurar outra alternativa!

Encontrei a VivoBareFoot, (vi alguns reviews de atletas de crossfit que tinham experimentando e gostado) nem todo o calçado é vegan mas os ténis que me indicaram (MOTUS) para o crossfit são!

resposta da empresa a quais seriam os melhores ténis para xfit

Já estava pronta para comprar estes quando me lembrei de um determinado atleta de crossfit que é vegan e ao que parece bastante activo na suas tentativas de passar a mensagem ao mundo... Ed Bauer, ora este moço tinha que ter uns bons ténis para crossfit e tinham que ser vegan, porque com a exposição dele se não fossem... 👿

Mandei email e não é que recebi resposta!!! :O



Fixoooolas!

Boas veganices!

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

EXTRA - Runister: afinal compensa ou não?

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Já ouviram falar da nova aplicação runister?

Basicamente é uma aplicação que permite ganhar dinheiro a correr, ou seja por cada km que corres a aplicação paga-te um valor que depende do teu nível, quanto mais vezes correres mais vale cada km!

Brutal não é? Mais ou menos, é preciso considerar que a aplicação tem um custo mensal de 1,99€... opah parecia mesmo bom de mais para ser verdade!!!

Mas afinal compensa ou não? Depende, depende do número de vezes que corres por semana (que é o que te permite passar de nível) e dos km que fazer normalmente, é preciso fazer as contas e ver se para ti compensa, ah não és de contas... tudo bem desta vez eu fujo ao tema veggie e dou uma ajuda!

1. abre o excel

aqui

2. coloca os km médios que esperas fazer por semana e o número de vezes que planeias correr/caminhar, exemplo:

neste caso considerei 3 corridas por semana, totalizando as mesmas 25 km

3. verifica quanto ganharias nos próximos 10 anos, para o nosso exemplo:


atenção que os valores já consideram o pagamento da aplicação
logo neste exemplo 4º ano ganharias 111 euros líquidos

Simples não é? caso os valores para passar de uma fase para outra alterem podes na mesma usar este excel, basta actualizares os valores nas seguintes colunas:


E pronto, espere que isto te ajude a perceber se vale a pena ao não adquirir a APP. Não te esqueças que para passar de nível interessa o número de vezes que corres e não os km, logo vale mais muitas corridas curtas que poucas corridas longas! Para quem não corre parece que caminhar também serve e como cada treino só precisa de ter um mínimo de 1 km, acho que toda a gente consegue fazer isso todos os dias!!!

(este excel foi feito com base na informação que encontrei na internet por isso pode ter alguns erros, caso verifiquem algum por favor avisem que assim mudo os pressupostos e volto a disponibilizar já corrigido)

Boas veganices!
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Papar fora: Ethos (Bangkok)

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Tínhamos feito a viagem de avião mais comprida da nossa vida, estávamos praticamente de directa, tínhamos lutado contra o sistemas de autocarros de BKK e vencido, passado umas 3 vezes à frente do nosso alojamento enquanto o procurávamos sem perceber onde ele estava escondido e já a pensarmos que seria algo magico com a plataforma 9 3/4 do Harry Potter...

Estávamos cansados e com fome (até porque devido a uma greve e mudança de avião não houve comida vegan para mim!)... mas onde ir comer agora? Não nos apetecia ir para longe, apenas comer algo dar uma volta e ir dormir... mas onde vou buscar comida vegan?

Fácil, mas tão fácil, mesmo ao lado do nosso alojamento, tal e qual oasis: Ethos

Restaurante de comida vegetariana e vegana! Uauuuu e com um ambiente super fantástico, nem vale a pena procurar mais, vamos lá!

O restaurante funciona a meia luz e com opção de ficar numa mesa "normal" ou ficar numa mesa baixa sentados em almofadas, claro que optámos por esta ultima!

sim a foto é péssima mas é só o que temos :)
Em relação à comidinha....



Não me perguntem exactamente o que era porque já não me lembro :p mas... o batido deve ser de manga, o prato de baixo um tipo pad thai com amendoim moído e o de cima um agridoce com cogumelos e vegetais!

Para acabar a refeição provámos logo a sobremesa que deverá ser a mais típica da Tailândia: sticky rice doce com manga!


Um para dois chega perfeitamente, que isto é uma sobremesa que mais parece refeição! Basicamente é um tipo do nosso arroz doce, mas com a textura mais pegajosa (lá está sticky), feito com leite de côco e com a manga a fazer a vez da canela como extra.

Ao todo pagámos 665 baths (cerca de 17 euros) por dois batidos, 2 pratos e 1 sobremesa, não é o melhor restaurante vegan de BKK, mas é um bom restaurante e tem muitas opções, incluindo de pequeno almoço e lanche (papas de aveia, crepes e afins)!

Boas veganices!

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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Onde ficar em Bangkok?

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Começo por dizer que somos claramente mochileiros, que é como quem diz viajamos na modalidade low cost :) logo para quem tiver bolsos mais fundos e recheados que os nossos deverá haver muitas mais localizações fantásticas!

Enquanto tivemos em Bangkok ficámos em três localizações diferentes:

1) perto de china town - optámos por ficar aqui por ser mesmo ao lado da estação de comboios Hua Lamphong, que utilizámos para um dia viajar até Ayutthaya e no dia seguinte para ir para Chiang Mai.

Apesar da localização estratégica perto da estação não gostámos nada desta localização, se já foram a Londres e a vossa ideia de China Town é essa, esqueçam! Em Bangkok China Town é a parte mais velha da cidade, em que a comunidade chinesa vive e trabalha; durante o dia pode ser muito giro andar por lá, mas à noite as ruas ficam vazias e foi a única vez que não nos sentimos seguros durante esta viagem.

2) perto de Kao San Road, do lado contrário ao rio - ficámos no At Home Guest House - adorámos ficar aqui e tínhamos um restaurante vegetariano/vegano mesmo ao lado do alojamento e outro a menos de 500 metros.

Além disso é perto da estação de barcos Phra Arthit (a artrites para os amigos hihihi), o que dá um jeitão, porque esta área só é servida por autocarros, que apesar de serem um transporte divertido estão sujeitos ao transito e parecem estar sempre atrasados. Os barcos por sua vez são certinhos, param perto das maiores atracções e interceptam o BST em algumas das paragens.  Para ir para a estação de Hua Lamphong também é fácil, basta saírem em Marine Department e andarem cerca de 1,2 km até à estação.

Os barcos operam só até às 18h, por isso à noite restava-nos apanhar um autocarro, o que nesta localização também é facílimo porque fica a poucos metros de uma paragem principal, daquelas com ajuda ;) dali seguíamos para o destino ou usávamos simplesmente como meio para chegar ao BST. Para chegarem à estação de Hua Lamphong podem apanhar o autocarro 35 ou o 507.



3) perto de Kao San Road, mas do lado do rio, perto de Rambuttri - para nós esta localização é perfeita, fica perto da animação nocturna e ainda mais perto da estação fluvial que a anterior. Se é uma localização boa para apanhar autocarros ou não já não sei dizer que só ficámos aqui na ultima noite antes de voltar a Portugal.

Resumindo e concluindo, gravitar perto de Kao San Road parece-me ideal, mesmo para quem não é baladeiro

Boas veganices!

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Chegada a Bangkok

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A maioria dos voos internacionais aterra no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, sair daí para o centro da Bangkok é facílimo, basta apanhar o comboio (airport rail link), onde existem 2 opções a city line e a express, claro que a segunda é bem mais cara, 150 baths por pessoa, na city line pagámos 45 baths cada um para ir até à ultima estação que é Phaya Thai (cerca de 30 minutos)!

Em Phaya Thai apanhámos o BST (um tipo de metro de superfície) para Victory Monument e daqui finalmente um autocarro para Kao San Road.

Existe sempre a hipótese de apanharem um táxi e pronto, neste caso é optarem por um com contador e o preço será o que der no registo, mais 50 baths de taxa de aeroporto e contem ainda com mais 50 baths da portagem. (nós usámos o taxi uma vez e para uma viagem de uns 25 km e deu cerca 312 baths), por isso acredito que esta opção nunca vos ultrapasse os 500 baths já com taxa de aeroporto e portagem.

Mas... eu acho que vale a pena irem de transportes, andar de autocarro em Bangkok é uma experiência super gira e em Victory Monument estão lá pessoas que vos vão ajudar! Sim esta paragem tem apoio, estão lá pessoas cujo o trabalho parece ser mandar parar autocarros (o que nem sempre é simples por lá...) e ajudar a pessoas a apanharem os autocarros certos!




Nos autocarros os bilhetes compram-se lá dentro e não é ao motorista, por isso entrem e sentem-se que a seguir vão ter com vocês para pagarem o bilhete.

No BST os bilhetes são comprados nas máquinas e a tarifa depende do percurso. Existem dois tipos de máquinas, as que basta seleccionarem a paragem de destino (idênticas às nossas) e a mais comum que é esta:



Nesta maquinas escolhemos o valor do bilhete que queremos comprar, de acordo com o diagrama, por exemplo neste caso se queremos ir para Asok o preço é 20 baths (valor dentro do circulo que está ao lado do nome da estação), logo na maquina vamos seleccionar o preço que pretendemos e pronto! Estas maquinas só aceitam moedas, mas sem desesperos, se só tiverem notas é só irem à bilheteira que eles trocam por moedas! (sim trocam por moedas, não vos vendem o bilhete, trocam notas por moedas :p).

Se não estão alojados perto de Kao San Road (mas porquê???) basta consultarem o diagrama de transportes (nós levamos este impresso e deu um jeitão), que é super simples e fácil de usar.



Mas porque optar por transportes quando o taxi nem é assim tão caro? Bem, pela mesma razão que algumas pessoas quando chegam à piscina vão se molhando gradualmente e outras se atiram, eu sou das que se atira! O choque cultural é fantástico e magico, sentir os cheiros da cidade (nem sempre bons!), apanhar transportes, mover-se onde os locais de movem e fugir ao roteiro turístico é o melhor de uma viagem e para mim a única maneira de sentir um país ou um povo é atirar-me de cabeça para o meio da confusão, só assim nos podemos de facto apaixonar!

Mas afinal onde ficar em Bangkok? Isso chega já no próximo post!

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

a Meia-Leca voltou! mas de onde?

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Sim estou de volta :D depois de 2 semanas fantásticas na Tailândia e ainda com algum jet lag em cima VOLTEI!!!!

A viagem foi incrível... mas será que um vegan se safa por lá?

Hum... não sei não... nos próximos posts vou contar-vos tudo acerca do que comi por lá e ainda algumas dicas de coisas que ADOREI!

Aguardem que eu volto!

Boas veganices!
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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Os vegan comem sempre a mesma coisa!

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Tivemos à pouco tempo uma semana de férias em que ficámos em casa e como tal nos fartámos de cozinhar e papar coisas boas!

Para deixar claro que os vegan não comem sempre a mesma coisa ficam as fotos!

Viva as massas! Seja com almondegas, vegetais ou chouriço!

Sou arrozeira, não há duvidas!
E nem me interessa se é soltinho ou versão risotto. 

Olhó seitan com natas e cogumelos
ou com molho de café ou simplesmente com uma cebolada!

Junk food vegan? Claro!
Hambúrguer em bolo do caco, francesinha ou pastel folhado com espinafres e alheira...
É só escolher!

Não podíamos passar sem os petiscos!

Pessoal... isto é TUDO VEGAN! E também é tudo super gostoso e com bastante variedade!

Por isso... Boas e gostosas veganices!
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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Alheira vegetariana - EuroFumeiro (review produtos vegan - alimentação)

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Depois do flop da alheira de soja da Prisca... chegou a altura de irmos para uma verdadeira alheira vegan! Super gostosa e barata!

Paguei 1,06€ no Jumbo!

Esta menina cheira a alheira e o gosto também acho que é similar, mas muito menos enjoativo e até já convenceu alguns carnistas!

Nós este fim-de-semana fizemos assim:

hum... só de lembrar fico com fome!

É só picar a pele (sintética) e deixar dourar na frigideira, com um pouco de azeite. Comemos com batatas às rodelas no forno (comprámos congeladas), cogumelos e tomate (que faz falta para dar um toque de frescura ao prato!).

Ólha o fast food vegan! :D E é mesmo rapidoooo, ficou tudo feito em 20 minutos que foi o tempo que as batatas levaram a ficar no ponto!

Boas veganices!
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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Alheira de soja - Prisca (Review produtos vegan - alimentação)

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Sou fã de comida de verdade, isso já todos sabemos! Mas... também adoro experimentar as novidades vegan que vão aparecendo em fast food, fake food, imitation food e afins! :D

Assim sendo no outro dia deparei-me com isto:



uuuhhhh que isto parece bom e a marca é conhecida por fazer bons enchidos, por isso fiquei entusiasmada!

Começo a ler os ingredientes, parece tudo ok! E quando já estou mesmo mesmo prestes a colocar a dita no carrinho, percebo algo...


Encontram o problema? Querem uma pista? INVÓLUCRO! Sim, esta alheira, que penso a marca deve ter desenvolvido para captar o publico vegetariana, está envolta em tripa de verdade! 

Comentários... nem sei, não percebo se isto foi uma falha na concepção do produto ou se na verdade nunca tiveram como publico alvo os vegetarianos ou se acham que ninguém vai dar por nada, mas... pronto vou mandar email, a ver se eles compreendem o estranho deste produto!

Por isso... Alheira de Soja - Prisca - NÃO É VEGAN E NEM SEQUER VEGETARIANA!

Mas não desesperem porque eu encontrei outra, que custa quase 1/3 do preço, e que por sinal é muito boaaaaa! Aguardem! :D

Quero aproveitar para tocar outro tópico... será certo comprar um produto de uma empresa claramente carnista, mesmo que esse produto seja vegan? Qual é a vossa opinião? Eu tenho a minha mas fica para um próximo post!

Boas veganices!
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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Tensão alta - retirar o sal da nossa vida!

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Antes deste post aconselho muito a lerem: Tensão alta - onde se esconde o sal?

A épica luta contra o sal tinha começado, o primeiro a cair foi o sal lá de casa, substituído prontamente por especiarias, ervinhas e afins. Aqui fica o primeiro aviso, alguns preparados de especiarias incluem sal, por isso verifiquem os ingredientes; por exemplo nós tínhamos em casa um preparado de tempero para batatas que contém sal (adeusinhooooo!).

A primeira batalha estava ganha, mas não acreditámos que a nossa principal fonte de sal viesse daí por isso continuámos...

Usamos imensa polpa de tomate e adivinhem? Cheia de sal, mas encontramos uma opção (o importante é procurar e ler os rótulos).

Também reservámos o molho de soja e o miso para usar apenas quando ele tivesse bom, apesar de haver alguns estudos que indicam que estes produtos não levam ao aumento da tensão arterial (alias alguns apontam que o miso diminui) preferimos numa fase inicial não os usar.

De vez em quando o Droski gosta de usar natas de soja... mas lá está o sal... então trocámos por natas de coco, que além de muito menos sal são na verdade bem mais gostosas!

Estava na altura de tocar onde doía... as leguminosas enlatadas! Para começar deixámos de comprar enlatados completamente, cozendo sempre a leguminosas (sem sal) em casa! Numa fase posterior voltámos às leguminosas enlatadas (são inegavelmente mais praticas) mas com o cuidado de escolher uma com baixo teor de sal ou pelo menos lavar bem antes de comer para retirar o excesso!

Pronto, desde que não adicionássemos qualquer comida processada (como chouriço de soja ou hambúrguer pré-feito) as nossas principais refeições estavam relativamente seguras!

Faltava dar a volta aos lanches... e aqui há muito sal escondido, não se já repararam mas tudo tem sal, flocos, papas, bolachas e bolos (mesmo as doces!), iogurtes, leites... enfim há uma data de sal muito escondidinho em sítios completamente insuspeitos! Por isso antes de dizerem "eu não como nada com sal" leiam os rótulos muito bem lidos e procurem as opções baixas em sal, e sim elas existem e são boas na mesma! 

Depois de 2 ou 3 semanas a comer apenas comidinha de verdade e a evitar completamente os alimentos processados a tensão do Droski estava verde outra vez! E vê-se bem a influencia da comida porque depois de uma semana de férias em que só comemos fora... la estava ela alta outra vez!

Agora já conseguimos o equilibro, desde que durante a semana ele coma sempre comida caseira sem sal e se afaste dos processados, restaurantes, pastelarias e afins a tensão dele mantém-se boa, mesmo com 2 ou 3 refeições fora durante o fim-de-semana, não é assim tão difícil pois não? Nós achamos que vale mais a pena optar por este estilo de vida mais saudável do que começar a entupir o corpo de antibióticos só para podermos comer coisas que são más para o nosso corpo, que vos parece?

Boas veganices

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terça-feira, 20 de setembro de 2016

compras com coração: SANDÁLIAS!

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Não consigo ser justa, vegan e ecológica em todas as compras e decisões na minha vida, mas tento!

Assim e depois da minha pirata (cachorra Loki) ter comido as minhas havainas do snoopy pensei que era a oportunidade ideal para fazer um compra que estivesse de acordo com os meus valores! (também pensei em grrrrrr, mas depois passou!)

Encontrei a NAE, que é uma sapataria 100% vegan, mas as que gostei estavam esgotadas e por isso continuei a busca, acabei por cair no Sapato Verde onde me apaixonei por estas meninas:



São sandálias de corda (Normadic State of Mind), feita através do aproveitamento de cordas velhas e podem não parecer mas são super confortáveis e resistentes!

A primeira vez que as usei senti um pouco as cordas mas a partir dai elas amolecem e fazem-se ao pé de tal maneira que é como andar sobre nuvens fofinhas, além disso ao contrario da maiorias das sandálias, estas não escorregam e fiz algumas caminhadas com elas em rocha com muito sucesso!

Apesar de poderem parecer pouco resistentes as minhas tem superado com sucesso imensos testes e quando ficam sujas é só por na maquina a levar e secar ao sol e ficam como novas!

Desde que as comprei não consigo parar de as usar, são mesmo fantásticas e alem disso ainda são mega originais, numa oficina de trabalhos manuais em Aveiro chegaram a perguntar-me onde as comprei!

Se aconselho? Não, porque as quero só para mim! x)

Boas veganices!
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